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Fim das férias! Que tal fazer uma guerra de pó colorido?

O  festival holi ou Festival das Cores     é um  dos eventos mais fascinantes que existem no mundo  a explosão de cores  que é  realizado na Índia todos os anos entre fevereiro e março par   comemorar  a chegada da Primavera .as pessoas atiram pó colorido das mais diversas cores umas às outras, com muita bebida, comida e música. Essa brincadeira começa quando crianças atiram as tintas aos pais e irmãos sendo que, no final, todos estão completamente pintados e coloridos. inspirado nesse evento que tal finalizar as férias da criançada com uma guerra de pó  colorido?  então segue uma receitinha para fazer essa brincadeira super divertida! Holi-Festival

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Ingredientes: Polvilho doce, anilina (comestível) e água.

Quanto mais anilina, mais forte e mais bonito o pó. E ainda adere mais ao corpo. Para 1kg de polvilho usaram aproximadamente 2 copos de 300ml de água com bastante anilina (a anilina pode ser em pó ou líquida. sendo que pra obter melhor resultado é preferível a líquida

Como Fazer: Primeiro coloque 1kg de polvilho doce em um balde. Aos poucos coloque a mistura da água com anilina e mexa. O polvilho vai ficar meio empredado. Quebre as pedrinhas e misture bem a água com o polvilho. Tome cuidado para não ficar muito molhado. Caso passe do ponto e o polvilho endureça demais, coloque mais (polvilho) que ele amolece de novo. Depois abra essa mistura em alguma superfície tipo um tabuleiro e coloque para secar no sol. Ele fica bem seco depois de uns 4 dias. Por último é só peneirar ou bater no liquidificador, empacotar e pronto! E a dica: fazer com polvilho doce por causa do cheiro. É mais brando.

*Sai facil do corpo e não mancha as roupas. Também é comestível e atóxico. Divirta-se!

Também tem um passo a passo nesse vídeo

 

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Bom dia todas as cores!

especial 101 maneiras de se divertir com as crianças : Pescaria!

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Eu sei que a época de festa junina ainda está longe, mas criança adora pescaria em qualquer mês do ano, certo?

E férias é aquela coisa: qualquer brincadeira nova é mais que bem vinda pra distrair os pequenos “sem-aula”. As instruções são bem básicas e não precisa de nenhum material muito sofisticado ou difícil de encontrar. você vai precisar :

♥ uma vara para cada jogador(pode ser um galho mesmo)
♥ fio ,linha ou linha de lã
♥ um ímã
♥ plástico (você pode comprar folhas ou até mesmo improvisar com material descartavél
♥ clipes
♥ furador

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  • Corte 4 peixinhos
  • Furi  e coloque os  clipes (dos maiorzinhos) em cada um dele
  • Na vara amarre uma linha e, na outra ponta, prenda um ímã
  •   amarre a linha no ímã mesmo
  • Coloquei os peixinhos numa bacia com água e vá à pesca!

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Ensine a criança  a encostar o ímã no clips na “boca”do peixe e pronto! 

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passeio no zôo

Detona Ralph o filme das férias

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Detona Ralph”, nova animação da Disney, promete ser o filme dessas férias  com a promessa de unir gerações é um convite a uma visita ao passado, quando videogames eram mais simples em sua forma e conteúdo, e mais ingênuos também.

Esse, de certa forma, é o subtexto do filme: a perda da inocência. O personagem-título, Ralph (dublado por John C. Reilly, na versão original, e Thiago Abravanel, na versão nacional) está em crise, e quer mudar. O problema é que sua mudança implica em desestabilizar todo o universo do videogame onde mora e desempenha a mesma função desde que foi criado.

Ralph é uma espécie de destruidor, que, com sua força, quebra tudo o que vê pela frente, e existe apenas em função do herói, Felix (Jack McBrayer/Rafael Cortez), que com seu martelo conserta tudo o que o inimigo quebrou. O que “Detona Ralph” permite às figuras de videogames é o mesmo que “Toy story” proporcionava aos brinquedos: dá vida a eles, uma história passada, emoções e experiência. Pode-se ver os seres inanimados com outros olhos. A crise de identidade de Ralph é comum aos personagens Disney que, ao fim, vão chegar ao mesmo ponto de partida, mas mudados – ou seja, estão no lugar certo, precisam apenas de alguns ajustes.

5 ÓTIMOS motivos para todo mundo conferir esse filme nas férias:

1º) Um filme sobre videogames para jogadores de videogames
“Detona Ralph” já ganha o público no começo do filme, ao exibir a clássica abertura da Disney em 8-bit!
O filme mostra a transformação dos games ao longo dos anos, e como é a nossa relação com os personagens criados, sucessos que se tornam clássicos e sucessos que desaparecem sem deixar vestígios. O que torna um jogo bom? Jogabilidade? Gráficos? Personagens? Roteiro? É divertido ver como os diferentes estilos de games se chocam ao longo do filme, criando um ambiente apaixonante para qualquer amante de videogames.

 

Como não se apaixonar?

2º) Os clássicos nunca morrem
O filme faz questão de mostrar vilões clássicos, como Robotnik, Bowser, Zangief, os fantasmas do Pac Man e muitos outros. Outro ponto forte da animação é a saga de Ralph para se tornar um “herói”, lembrando muito bem os 12 Passos do Herói criados pelo historiador Joseph Campbell.
Além disso, outros personagens e ícones conhecidos são citados ao longo do filme, como o próprio Mario, um controle da Nintendo e outros objetos que, com certeza, vão trazer boas lembranças ao gamers das antigas (e talvez gerar uma curiosidade para os gamers mais novos).

Zamgief contando como é dura a vida de vilão.

Zamgief contando como é dura a vida de vilão.

3º) Arte + Roteiro = fórmula do sucesso
Normalmente as animações da Disney costumam pecar no quesito roteiro e acertar no visual. “Detona Ralph” parece ter encontrado a equação perfeita para esse equilíbrio. Com uma história contagiante e uma arte impecável (com influência em 8 e 16 bits), dá pra ver que cada detalhe visual do filme foi milimetricamente pensado para se encaixar no roteiro e no ambiente criado. Se você está em busca de uma animação para passar o tempo, vai se surpreender com o roteiro.

A transformação de Ralph!

A transformação de Ralph!

4º) Disney e seu poder de nos emocionar
Atire a pedra aquele que nunca derrubou UMA FUCKING LÁGRIMA ao ver Simba chorando a morte do pai, em o Rei Leão. Pois é, a Disney continua não perdendo a mão e consegue emocionar com “Detona Ralph”. O filme mostra os personagens tomando decisões difíceis, entrando em conflitos e questionando seus valores. E vou confessar: quase chorei 3 vezes no cinema. #julguem
Se você chorou em Toy Story 3, prepare-se e leve uma caixinha de lenço para assistir “Detona Ralph”.

Ao longo do filme, Ralph conhece Venellope: uma personagem que conquista <3

Ao longo do filme, Ralph conhece Venellope: uma personagem que conquista ❤

5º) Easter eggs. Easter eggs everywhere.
Acima de tudo, “Detona Ralph” é uma animação divertida e gostosa de ser assistida. É aquele tipo de filme que te faz sair bem do cinema, querendo conversar com todo mundo sobre os personagens e ícones mostrados na telona. E é aí que os Easter Eggs entram! Ao longo do filme, é possível notar aparições de VÁRIOS personagens famosos, de diferentes games. É muito legal estar assistindo ao filme e de repente notar a Chun-Li como figurante em uma cena! =P

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Filmes são divertidosmas ficam ainda mais quando fazemos parte da estória e é justamente isso que você pode fazer com a criançada.aqui vamos aprender três técnicas (duas de aniamação) super  criativas para os pequenos cineastas.

1. Flipbook –Quando se pensa em animação, logo vem a cabeça a idéia de que é preciso ser um exímio desenhista. Não é verdade. Você pode criar animação com aqueles desenhos que ficava fazendo nas páginas do caderno escolar.

flipbookIsso mesmo. Até bonecos de palitinho servem. Animação é criar a ilusão de movimento. Abaixo, exemplo de animação criado pelo Gustavo, meu aluno de animação, a partir de 12 desenhos. Repare na simplicidade dos desenhos. O importante aqui é a ilusão de movimento, que é percebida após os desenhos serem vistos em sequência, como em um Flipbook – Um flip book é uma coleção de imagens organizadas seqüencialmente, em geral no formato de um livreto para ser folheado dando impressão de movimento, criando uma seqüência animada sem a ajuda de uma máquina – no exemplo abaixo, foi usado o software Adobe After Effects para montar as imagens em sequência.

Exemplo AQUI

PASSO A PASSO de flipbook AQUI 

2.Stop Motion e Pixilation,

por exemplo, são técnicas de animação que não envolvem desenho algum. São divertidíssimas e bastante fáceis de aprender e praticar em casa. O Stop Motion é uma das primeiras técnicas de animação que se tem notícia. Consiste em movimentar um objeto que pode ser feitos massa de modelar ,brinquedos… em pequenos incrementos e fotografá-lo quadro a quadro. Estes quadros são montados, em sequência, utilizando software de edição de video, criando, assim, a impressão de movimento.

Exemplo AQUI

PASSO A PASSO stop motion AQUI

Stop Motion Iluminacion

No Pixilation, que é muito parecido com o Stop Motion,  usamos pessoas ao invés de objetos. O resultado final são movimentos impossíveis de serem reproduzidos filmando a 30 quadros por segundo. Alguns exemplos bastante utilizados são pessoas deslizando pelo chão, flutuando no ar, atravessando portas, aparecendo e desaparecendo. A criatividade  é o único limitador.

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Dicas para fazer em casa com os amigos:

▪                Utilize tripé.

▪                Não movimente a camera.

▪                Prefira filmar ou fotografar em ambientes onde é possível controlar a luz.

▪                O fundo deve ter pouco ou nenhum movimento.

▪                Começe com algo simples e vá avançando para projetos mais ambiciosos.

Dicas avançadas:

▪                Defina uma taxa de 6 a 15 quadros por segundos nas configurações da linha de tempo (timeline), dependendo do número de imagens e velocidade desejada.

▪                Cada foto ou desenho pode ter uma duração de até 3 quadros, para um efeito mais estroboscópico e, principalmente, se a animação tiver poucas fotos ou desenhos.

▪                Para uma animação mais fluída, opte por uma duração de 1 a 2 quadros e um número maior de fotos ou desenhos. Defina uma taxa de 12 ou mais quadros por segundo.

▪                Utilize uma trilha musical e efeitos sonoros para adicionar vida às suas animações.

Em um próximo post, vamos falar sobre os 12 princípios básicos de animação, e como eles podem ajudar na evolucão de suas animações.
Animação é tentativa e erro. Pratique. Dê vida a tudo que você imaginar!

utilzano  o windowns movie maker Primeiro você precisa ter as fotos e a história e tirar cada foto um pouco de movimento,logo depois te-lás no computador para animar.Existem vários programas que animam mas é tão fácil que até o Windows Movie Maker é possivél criar videos.
É Claro que para isso você precisa configurar-ló.

Vá em Ferramentas e Opções
em avançado depois digite a duração q a imagem vai ter na tela e o tempo q ela vai demorar na transição, é bem menos q um segundo tipo 0,200.
Feito isso é só adicionar as imagens em ordem e ver como ficou sua animação Stop Motion.

 3.Filmando estorinhas

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hoje qualquer pessoa tem a facilidade de ter um despositivo que filma pode ser celular,câmera digital ,webcam ,pocketcam enfim uma infinidade de opções ,que tal juntar a criançada  e fazer um filme cumprindo as mesmas etapas  de um filme de verdade!

1 passo: roteiro – com certeza é uma das etapas mais divertidas com papel e lápis convoque a criançada pra criar uma estória ,com personagens e o ambiente onde acontece as cenas ou melhor ainda adapte a estória favorita da turma

2 passo: produção – nessa etapa separe a atividades de cada um na produção do filminho ,os responsáveis pelo figurino,pelo cenário ,pelos efeitos especias,filmagem etc nessa etapa a ideia é de todos colocar a mão na massa.

3 passo : luz ,câmera …Ação!  é a etapa de execução,é o resultado do trabalho em equipe realizado anteriormente

4 passo : exibição  O trabalho em equipe reaparece novamente .com o filme pronto ,produzam o cartaz convide os amiguinhos façam a pipoca .um adulto fica responsável pela parte técnica da exibição,que pode ser realizada na conexão da tv com o computador através do cabo HDMI ou através de um projetor.daí é só diversão!

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especial 101 maneiras para divertir as crianças: construindo brinquedos artesanais

Materiais simples ou sucatas podem virar um brinquedo nas mãos de uma criança. Para isso, basta que ele faça pensar, intrigue ou simplesmente divirta. Quer ver só? Entregue a ela um cavalinho de pau e observe se ela não sai cavalgando pela escola.

Os brinquedos dizem muito sobre o tempo, a cultura e as características de um povo. Uma coisa, no entanto, não muda. O encanto que causam nas crianças. Com objetos simples, elas se entretêm e viajam para um mundo de imaginação – se transformam em cavaleiros e equilibristas, voam pelos céus… Para incrementar ainda mais esses momentos de diversão, convide os pequenos para uma oficina. Eles vão dar mais valor aos tradicionais cavalos de pau, pés de lata e bambolês se ajudarem você a produzi-los.

 

Botão
Estica e solta, estica e solta… assim a criançada faz as tampinhas desse brinquedo girarem, produzindo um barulhinho mágico. Inventado em 1930, o futebol de botão é passatempo para todas as idades. O brinquedo também é conhecido por corrupio ou currupicho.

IDADE – A partir de 4 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação motora e ritmo.

COMO FAZER – O modelo tradicional é feito com um pedaço de fio que passa pelos dois furos de um botão grande amarrado com um nó nas pontas. Para esta variação, que produz som, separe quatro tampinhas de garrafa PET; um pedaço de fio de náilon torcido ou barbante fino de 1 metro de comprimento; três pedrinhas ou miçangas; e fita adesiva. Esquente a ponta de um prego pequeno e faça dois furos em cada tampinha de forma que eles fiquem centralizados. Passe-as pelo cordão de maneira alternada: uma de boca para baixo e outra de boca para cima. Dê um nó unindo as pontas da linha. Dentro de uma das tampas centrais, coloque as pedrinhas ou miçangas e tampe com a outra. Una-as com fita adesiva. Cuidado para que as linhas não fiquem torcidas dentro das tampinhas. Deixe-as esticadas, com um orifício bem na direção do outro.

COMO BRINCAR – As duas tampinhas que ficam nas extremidades servem para segurar o brinquedo. Mantenha uma em cada mão e, com o cordão frouxo, dê um impulso para a frente para enrolar bem o cordão. Estique em seguida. As tampinhas do meio giram em grande velocidade produzindo um barulhinho. Depois, é só esticar e afrouxar o cordão

Cavalo de pau
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Um simples cabo de vassoura é suficiente para divertir as crianças com um cavalo de pau. Cada um monta em seu “animal” e sai cavalgando pela escola. Outra boa pedida é a garotada apostar uma corrida.

IDADE – A partir de 4 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação motora e exercício de pernas e pés.

COMO FAZER – Desenhe a cabeça do cavalo em um pedaço de EVA e recorte. É possível substituir esse material por papel cartão. Dobre ao meio, desenhe o olho e faça vários furos, alinhados, a um dedo de distância da borda. Deixe um espaço sem furar na parte de baixo. Corte pedaços de 50 centímetros de lã e passe pelos furos. Amarre-os para fechar a cabeça do cavalo e compor a crina. Faça também um ou dois furinhos para formar o focinho do animal. Encaixe a cabeça em um cabo de vassoura.

COMO BRINCAR – A criança monta no brinquedo e “cavalga” pela escola. Você pode organizar uma corrida. Trace no chão uma linha de partida e outra de chegada e dê o sinal de largada. Outra sugestão é usar os cavalos nos teatrinhos. Todo príncipe monta um belo animal.

Pé de lata
As crianças andam para lá e para cá em cima das latas. Quando já tiverem prática, elas podem apostar uma corrida. Para isso, basta se certificar que a corda de náilon está bem presa a lata.

IDADE – A partir de 5 anos.

O QUE DESENVOLVE – Equilíbrio e coordenação motora.

COMO FAZER – Faça dois furos diametralmente opostos no fundo de uma lata de achocolatado ou leite em pó. Passe uma corda de náilon de 1,2 metro pelos furos da lata e una as extremidades com um nó bem forte dentro do recipiente. Coloque a tampa e decore com retalhos de plástico adesivo ou tinta. Faça o mesmo com outra lata.

COMO BRINCAR – Os alunos sobem nas latas e tentam se equilibrar segurando nas cordas. Além de andar pela escola com os pés de lata, eles vão se divertir apostando uma corrida, andando para trás ou vencendo um percurso com obstáculos.

Bambolê
Bambolê
Rebolar bem é o que basta para manter o bambolê na cintura. Mas as crianças também se divertem girando o brinquedo no pescoço, nos braços e nas pernas. Bambolear, além de divertir a criança, faz com que o equilíbrio seja exercitado.

IDADE – A partir de 6 anos.

O QUE DESENVOLVE – Ritmo e equilíbrio.

COMO FAZER – Corte 1,5 metro de mangueira de gás. Una as pontas com fita crepe, formando um aro. Para os menores, que ainda não conseguem girar o bambolê em torno da cintura, faça aros pequenos usando 60 centímetros de conduíte. Você pode colocar arroz, pedrinhas, guizos e sementinhas dentro dele antes de fechar. Na hora em que os pequenos estiverem rodando o brinquedo, vão escutar um agradável som.

COMO BRINCAR – A criança coloca o bambolê na cintura e o roda. Para mantê-lo girando, é preciso movimentar o quadril, como um rebolado. É possível também rodá-lo em outras partes do corpo: no pescoço, nos braços e nas pernas, além de jogá-lo para cima e tentar encaixar nos braços. Para que todos brinquem juntos, organize uma competição. O objetivo pode ser ficar mais tempo com ele em torno da cintura ou bambolear andando, sem deixar o brinquedo cair.

Pipa 
Feita de jornal, essa variação do papagaio (ou pipa, como é conhecido em algumas regiões) vai divertir a meninada nos dias de vento. Também conhecida como papagaio ou capucheta, a pipa sempre deve ficar longe da rede elétrica.

IDADE – A partir de 6 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação visual e motora, ritmo e relação entre espaço e tempo.

COMO FAZER – Corte um quadrado de folha de jornal com 32 centímetros de lado. Apenas para marcar o papel, dobre a folha ao meio, formando um triângulo. Abra a folha deixando a marca em posição vertical e vire para trás a ponta de cima. Com um palito, faça um furo em cada uma das outras pontas. Corte um pedaço de linha de 30 centímetros, passe pelos furos das pontas direita e esquerda e amarre. Agora faça a rabiola. Corte 70 centímetros de linha e amarre tirinhas de jornal nela, uma seguida da outra. Prenda esse fio na ponta de baixo. Por fim, fixe a linha do carretel no centro do fio preso nas laterais.

COMO BRINCAR – O aluno segura a linha da capucheta e começa a correr. Enquanto ele avança, o vento ajuda a colocá-la no alto. Para fazer essa atividade em grupo, você pode organizar um campeonato em que o desafio é ficar mais tempo com o papagaio no ar.

LEMBRETE – Só é possível brincar em dias de vento e longe da rede elétrica. Alerte a criançada para os perigos do cerol.

Passa-bola  
Com apenas uma garrafa PET, a criança pode brincar com amigos ou até mesmo sozinha. Ninguém pode tocar na bola, que passa de uma criança para outra com a ajuda de um “copinho”.

IDADE – A partir de 6 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação visual e motora e noção de distância.

COMO FAZER – Corte uma garrafa PET ao meio. Você vai utilizar apenas o lado em que fica a tampa, pois é mais fácil para a criança segurar. Pinte a tampinha e a borda do suporte com tinta acrílica ou encape com plástico adesivo colorido. Essa marcação facilita a visualização se a garrafa for transparente. Faça a bola recheando uma meia com jornal. Para fechá-la, fixe a ponta com cola para tecido ou costure.

COMO BRINCAR – O objetivo é jogar a bola com um suporte sem deixá-la cair no chão. Se a criança for brincar sozinha, segura um suporte em cada mão e joga a bolinha de um lado para o outro. Em grupo, organize os alunos em roda ou em fileiras e dê um “copinho” para cada um. Um deles inicia a brincadeira jogando a bola para um colega, que vai pegá-la com o “copinho” e jogá-la para outro.

Diabolô
As crianças vão se transformar em pequenos malabaristas com esse brinquedo nas mãos.

IDADE – A partir de 7 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação motora, ritmo e concentração.

COMO FAZER – Escolha duas garrafas PET com formato arredondado. Corte-as 15 centímetros a partir da boca, desprezando a parte de baixo. Corte também o gargalo de uma delas. Lixe as bordas para tirar as rebarbas. Encaixe as duas pela boca e rosqueie a tampa prendendo uma na outra. Decore o brinquedo com tinta ou plástico adesivo. Para o suporte, use duas varetas de 8 milímetros de diâmetro por 25 centímetros de comprimento e 1 metro de barbante. Fure as duas varetas em uma das extremidades e passe-as pelo cordão. Dê um nó nas pontas.

COMO BRINCAR – A criança coloca o diabolô no chão e passa a corda por baixo dele, segurando uma vareta em cada mão. Ela rola o brinquedo pelo chão para pegar embalo e o levanta. Com uma das mãos, dá puxadas rápidas para que ele gire somente em um sentido. A outra mão apenas acompanha os movimentos. É importante ficar sempre de frente para uma das bocas do diabolô. Se ele pender para a frente ou para trás, é preciso ajeitá-lo novamente. Depois de dominar esses movimentos, é possível jogar o diabolô para o alto. Para isso, a criança abre rapidamente os braços, dando um impulso para cima. Para pegá-lo, mira o cordão no centro do brinquedo e, assim que ele voltar, afrouxa o cordão

Cinco Marias ou Jogo das Pedrinhas 
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De olho nos saquinhos que estão no chão e nos que são jogados para cima, a molecada ganha em concentração e trabalha a coordenação motora. Além de se divertir brincando, personalizar os saquinhos pode ser uma boa ideia.

IDADE – A partir de 7 anos.

COMO FAZER – Costure cinco saquinhos simples de pano recheados de arroz ou areia, ate-os bem para que nada saia durante o jogo.

COMO BRINCAR – Determine a ordem dos participantes. O primeiro joga os cinco saquinhos para cima deixando-os cair aleatoriamente no chão. Na primeira fase, ele escolhe um dos saquinhos e o joga para cima. Antes de pegá-lo de volta, recolhe com a mesma mão um outro que está no chão. Em seguida, joga um dos que estão em sua mão para cima e pega um terceiro, segurando todos juntos na mesma mão. Se o saquinho que está no ar cair, a criança dá a vez para outra. O participante passa para a próxima fase se conseguir segurar todos os saquinhos. Na segunda fase, os saquinhos que estão no chão são pegos de dois em dois. O desafio aumenta na terceira fase. Agora, é preciso lançar um saquinho e pegar três. Depois, jogar um que está na mão e pegar o restante. Na quarta fase, a criança forma com o polegar e o indicador de uma das mãos uma trave de futebol. Com a outra, joga um saquinho para o alto e empurra outro para dentro desse gol antes de pegar o que está no ar. A criança tem de fazer quatro gols em quatro tentativas última fase determina os pontos de cada criança. Ela lança os cinco saquinhos ao ar e tenta pegar o máximo possível com as costas da mão. Quantos ficarem em sua mão será o número de pontos.

Cama de gato  
Feita com barbante, a cama de gato envolve raciocínio e pode ser ‘brincada’ em qualquer canto, basta 4 mãos!

IDADE – A partir de 6 anos.

O QUE DESENVOLVE – Raciocínio lógico e paciência

COMO FAZER – Corte um pedaço de barbante (pode ser elástico ou fita também), dê um nó entre as duas pontas.

COMO BRINCAR – Deixando as mãos verticalmente paralelas, coloque o barbante nas pontas dos dedos, formando uma espécie de retângulo uniforme. Sem dobrar os dedos, ou tirar o barbante da posição inicial, leve a mão direita até a esquerda e passe-a por baixo da lateral do barbante de forma que este fique enrolado. Faça a mesma coisa com a mão esquerda. Passe o dedo do meio de cada mão por baixo do barbante recém enrolado, algo semelhante a letra x se formará em cada um dos lados. A partir daí o objetivo é passar o barbante para a mão do outro jogados sem que este saia da mão do primeiro, formando outra ‘figura’ a ser desatada em seguida

Enrola-bola
Um pulo e uma gingadinha para a direita. Outro pulo e outra gingadinha… Em dupla, as crianças brincam até enrolar a bola no cordão

IDADE – A partir de 4 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação motora, integração com o parceiro e ritmo.

COMO FAZER – No centro de um pedaço de cordão de algodão grosso de 1,5 metro de comprimento, pendure uma corda fina de 40 centímetros. Na ponta dela, prenda uma bola de meia de náilon, recheada com retalhos de tecido ou fios de lã. Em cada ponta do cordão principal amarre um pedaço de 1 metro de corda fina.

COMO BRINCAR – A brincadeira é feita em dupla. Cada um amarra um pedaço da corda em sua cintura. O objetivo é enrolar a bola no cordão. Para isso, as duas crianças têm de gingar e pular de maneira coordenada. Quando conseguirem, proponha à dupla repetir a brincadeira só que posicionada de lado e, depois, de costas. Sugira também uma corrida. Na ida, os parceiros enrolam a bola e, na volta, desenrolam.