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especial 101 maneiras para divertir as crianças: construindo brinquedos artesanais

Materiais simples ou sucatas podem virar um brinquedo nas mãos de uma criança. Para isso, basta que ele faça pensar, intrigue ou simplesmente divirta. Quer ver só? Entregue a ela um cavalinho de pau e observe se ela não sai cavalgando pela escola.

Os brinquedos dizem muito sobre o tempo, a cultura e as características de um povo. Uma coisa, no entanto, não muda. O encanto que causam nas crianças. Com objetos simples, elas se entretêm e viajam para um mundo de imaginação – se transformam em cavaleiros e equilibristas, voam pelos céus… Para incrementar ainda mais esses momentos de diversão, convide os pequenos para uma oficina. Eles vão dar mais valor aos tradicionais cavalos de pau, pés de lata e bambolês se ajudarem você a produzi-los.

 

Botão
Estica e solta, estica e solta… assim a criançada faz as tampinhas desse brinquedo girarem, produzindo um barulhinho mágico. Inventado em 1930, o futebol de botão é passatempo para todas as idades. O brinquedo também é conhecido por corrupio ou currupicho.

IDADE – A partir de 4 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação motora e ritmo.

COMO FAZER – O modelo tradicional é feito com um pedaço de fio que passa pelos dois furos de um botão grande amarrado com um nó nas pontas. Para esta variação, que produz som, separe quatro tampinhas de garrafa PET; um pedaço de fio de náilon torcido ou barbante fino de 1 metro de comprimento; três pedrinhas ou miçangas; e fita adesiva. Esquente a ponta de um prego pequeno e faça dois furos em cada tampinha de forma que eles fiquem centralizados. Passe-as pelo cordão de maneira alternada: uma de boca para baixo e outra de boca para cima. Dê um nó unindo as pontas da linha. Dentro de uma das tampas centrais, coloque as pedrinhas ou miçangas e tampe com a outra. Una-as com fita adesiva. Cuidado para que as linhas não fiquem torcidas dentro das tampinhas. Deixe-as esticadas, com um orifício bem na direção do outro.

COMO BRINCAR – As duas tampinhas que ficam nas extremidades servem para segurar o brinquedo. Mantenha uma em cada mão e, com o cordão frouxo, dê um impulso para a frente para enrolar bem o cordão. Estique em seguida. As tampinhas do meio giram em grande velocidade produzindo um barulhinho. Depois, é só esticar e afrouxar o cordão

Cavalo de pau
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Um simples cabo de vassoura é suficiente para divertir as crianças com um cavalo de pau. Cada um monta em seu “animal” e sai cavalgando pela escola. Outra boa pedida é a garotada apostar uma corrida.

IDADE – A partir de 4 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação motora e exercício de pernas e pés.

COMO FAZER – Desenhe a cabeça do cavalo em um pedaço de EVA e recorte. É possível substituir esse material por papel cartão. Dobre ao meio, desenhe o olho e faça vários furos, alinhados, a um dedo de distância da borda. Deixe um espaço sem furar na parte de baixo. Corte pedaços de 50 centímetros de lã e passe pelos furos. Amarre-os para fechar a cabeça do cavalo e compor a crina. Faça também um ou dois furinhos para formar o focinho do animal. Encaixe a cabeça em um cabo de vassoura.

COMO BRINCAR – A criança monta no brinquedo e “cavalga” pela escola. Você pode organizar uma corrida. Trace no chão uma linha de partida e outra de chegada e dê o sinal de largada. Outra sugestão é usar os cavalos nos teatrinhos. Todo príncipe monta um belo animal.

Pé de lata
As crianças andam para lá e para cá em cima das latas. Quando já tiverem prática, elas podem apostar uma corrida. Para isso, basta se certificar que a corda de náilon está bem presa a lata.

IDADE – A partir de 5 anos.

O QUE DESENVOLVE – Equilíbrio e coordenação motora.

COMO FAZER – Faça dois furos diametralmente opostos no fundo de uma lata de achocolatado ou leite em pó. Passe uma corda de náilon de 1,2 metro pelos furos da lata e una as extremidades com um nó bem forte dentro do recipiente. Coloque a tampa e decore com retalhos de plástico adesivo ou tinta. Faça o mesmo com outra lata.

COMO BRINCAR – Os alunos sobem nas latas e tentam se equilibrar segurando nas cordas. Além de andar pela escola com os pés de lata, eles vão se divertir apostando uma corrida, andando para trás ou vencendo um percurso com obstáculos.

Bambolê
Bambolê
Rebolar bem é o que basta para manter o bambolê na cintura. Mas as crianças também se divertem girando o brinquedo no pescoço, nos braços e nas pernas. Bambolear, além de divertir a criança, faz com que o equilíbrio seja exercitado.

IDADE – A partir de 6 anos.

O QUE DESENVOLVE – Ritmo e equilíbrio.

COMO FAZER – Corte 1,5 metro de mangueira de gás. Una as pontas com fita crepe, formando um aro. Para os menores, que ainda não conseguem girar o bambolê em torno da cintura, faça aros pequenos usando 60 centímetros de conduíte. Você pode colocar arroz, pedrinhas, guizos e sementinhas dentro dele antes de fechar. Na hora em que os pequenos estiverem rodando o brinquedo, vão escutar um agradável som.

COMO BRINCAR – A criança coloca o bambolê na cintura e o roda. Para mantê-lo girando, é preciso movimentar o quadril, como um rebolado. É possível também rodá-lo em outras partes do corpo: no pescoço, nos braços e nas pernas, além de jogá-lo para cima e tentar encaixar nos braços. Para que todos brinquem juntos, organize uma competição. O objetivo pode ser ficar mais tempo com ele em torno da cintura ou bambolear andando, sem deixar o brinquedo cair.

Pipa 
Feita de jornal, essa variação do papagaio (ou pipa, como é conhecido em algumas regiões) vai divertir a meninada nos dias de vento. Também conhecida como papagaio ou capucheta, a pipa sempre deve ficar longe da rede elétrica.

IDADE – A partir de 6 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação visual e motora, ritmo e relação entre espaço e tempo.

COMO FAZER – Corte um quadrado de folha de jornal com 32 centímetros de lado. Apenas para marcar o papel, dobre a folha ao meio, formando um triângulo. Abra a folha deixando a marca em posição vertical e vire para trás a ponta de cima. Com um palito, faça um furo em cada uma das outras pontas. Corte um pedaço de linha de 30 centímetros, passe pelos furos das pontas direita e esquerda e amarre. Agora faça a rabiola. Corte 70 centímetros de linha e amarre tirinhas de jornal nela, uma seguida da outra. Prenda esse fio na ponta de baixo. Por fim, fixe a linha do carretel no centro do fio preso nas laterais.

COMO BRINCAR – O aluno segura a linha da capucheta e começa a correr. Enquanto ele avança, o vento ajuda a colocá-la no alto. Para fazer essa atividade em grupo, você pode organizar um campeonato em que o desafio é ficar mais tempo com o papagaio no ar.

LEMBRETE – Só é possível brincar em dias de vento e longe da rede elétrica. Alerte a criançada para os perigos do cerol.

Passa-bola  
Com apenas uma garrafa PET, a criança pode brincar com amigos ou até mesmo sozinha. Ninguém pode tocar na bola, que passa de uma criança para outra com a ajuda de um “copinho”.

IDADE – A partir de 6 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação visual e motora e noção de distância.

COMO FAZER – Corte uma garrafa PET ao meio. Você vai utilizar apenas o lado em que fica a tampa, pois é mais fácil para a criança segurar. Pinte a tampinha e a borda do suporte com tinta acrílica ou encape com plástico adesivo colorido. Essa marcação facilita a visualização se a garrafa for transparente. Faça a bola recheando uma meia com jornal. Para fechá-la, fixe a ponta com cola para tecido ou costure.

COMO BRINCAR – O objetivo é jogar a bola com um suporte sem deixá-la cair no chão. Se a criança for brincar sozinha, segura um suporte em cada mão e joga a bolinha de um lado para o outro. Em grupo, organize os alunos em roda ou em fileiras e dê um “copinho” para cada um. Um deles inicia a brincadeira jogando a bola para um colega, que vai pegá-la com o “copinho” e jogá-la para outro.

Diabolô
As crianças vão se transformar em pequenos malabaristas com esse brinquedo nas mãos.

IDADE – A partir de 7 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação motora, ritmo e concentração.

COMO FAZER – Escolha duas garrafas PET com formato arredondado. Corte-as 15 centímetros a partir da boca, desprezando a parte de baixo. Corte também o gargalo de uma delas. Lixe as bordas para tirar as rebarbas. Encaixe as duas pela boca e rosqueie a tampa prendendo uma na outra. Decore o brinquedo com tinta ou plástico adesivo. Para o suporte, use duas varetas de 8 milímetros de diâmetro por 25 centímetros de comprimento e 1 metro de barbante. Fure as duas varetas em uma das extremidades e passe-as pelo cordão. Dê um nó nas pontas.

COMO BRINCAR – A criança coloca o diabolô no chão e passa a corda por baixo dele, segurando uma vareta em cada mão. Ela rola o brinquedo pelo chão para pegar embalo e o levanta. Com uma das mãos, dá puxadas rápidas para que ele gire somente em um sentido. A outra mão apenas acompanha os movimentos. É importante ficar sempre de frente para uma das bocas do diabolô. Se ele pender para a frente ou para trás, é preciso ajeitá-lo novamente. Depois de dominar esses movimentos, é possível jogar o diabolô para o alto. Para isso, a criança abre rapidamente os braços, dando um impulso para cima. Para pegá-lo, mira o cordão no centro do brinquedo e, assim que ele voltar, afrouxa o cordão

Cinco Marias ou Jogo das Pedrinhas 
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De olho nos saquinhos que estão no chão e nos que são jogados para cima, a molecada ganha em concentração e trabalha a coordenação motora. Além de se divertir brincando, personalizar os saquinhos pode ser uma boa ideia.

IDADE – A partir de 7 anos.

COMO FAZER – Costure cinco saquinhos simples de pano recheados de arroz ou areia, ate-os bem para que nada saia durante o jogo.

COMO BRINCAR – Determine a ordem dos participantes. O primeiro joga os cinco saquinhos para cima deixando-os cair aleatoriamente no chão. Na primeira fase, ele escolhe um dos saquinhos e o joga para cima. Antes de pegá-lo de volta, recolhe com a mesma mão um outro que está no chão. Em seguida, joga um dos que estão em sua mão para cima e pega um terceiro, segurando todos juntos na mesma mão. Se o saquinho que está no ar cair, a criança dá a vez para outra. O participante passa para a próxima fase se conseguir segurar todos os saquinhos. Na segunda fase, os saquinhos que estão no chão são pegos de dois em dois. O desafio aumenta na terceira fase. Agora, é preciso lançar um saquinho e pegar três. Depois, jogar um que está na mão e pegar o restante. Na quarta fase, a criança forma com o polegar e o indicador de uma das mãos uma trave de futebol. Com a outra, joga um saquinho para o alto e empurra outro para dentro desse gol antes de pegar o que está no ar. A criança tem de fazer quatro gols em quatro tentativas última fase determina os pontos de cada criança. Ela lança os cinco saquinhos ao ar e tenta pegar o máximo possível com as costas da mão. Quantos ficarem em sua mão será o número de pontos.

Cama de gato  
Feita com barbante, a cama de gato envolve raciocínio e pode ser ‘brincada’ em qualquer canto, basta 4 mãos!

IDADE – A partir de 6 anos.

O QUE DESENVOLVE – Raciocínio lógico e paciência

COMO FAZER – Corte um pedaço de barbante (pode ser elástico ou fita também), dê um nó entre as duas pontas.

COMO BRINCAR – Deixando as mãos verticalmente paralelas, coloque o barbante nas pontas dos dedos, formando uma espécie de retângulo uniforme. Sem dobrar os dedos, ou tirar o barbante da posição inicial, leve a mão direita até a esquerda e passe-a por baixo da lateral do barbante de forma que este fique enrolado. Faça a mesma coisa com a mão esquerda. Passe o dedo do meio de cada mão por baixo do barbante recém enrolado, algo semelhante a letra x se formará em cada um dos lados. A partir daí o objetivo é passar o barbante para a mão do outro jogados sem que este saia da mão do primeiro, formando outra ‘figura’ a ser desatada em seguida

Enrola-bola
Um pulo e uma gingadinha para a direita. Outro pulo e outra gingadinha… Em dupla, as crianças brincam até enrolar a bola no cordão

IDADE – A partir de 4 anos.

O QUE DESENVOLVE – Coordenação motora, integração com o parceiro e ritmo.

COMO FAZER – No centro de um pedaço de cordão de algodão grosso de 1,5 metro de comprimento, pendure uma corda fina de 40 centímetros. Na ponta dela, prenda uma bola de meia de náilon, recheada com retalhos de tecido ou fios de lã. Em cada ponta do cordão principal amarre um pedaço de 1 metro de corda fina.

COMO BRINCAR – A brincadeira é feita em dupla. Cada um amarra um pedaço da corda em sua cintura. O objetivo é enrolar a bola no cordão. Para isso, as duas crianças têm de gingar e pular de maneira coordenada. Quando conseguirem, proponha à dupla repetir a brincadeira só que posicionada de lado e, depois, de costas. Sugira também uma corrida. Na ida, os parceiros enrolam a bola e, na volta, desenrolam.

Bom dia todas as cores!

Publicado pela primeira vez em 1976, é uma das minhas histórias infantis  favoritos pois foi a partir dele durante a minha alfabetização que despertou a minha paixão pelos livros isso por sua  qualidade lírica e pela simplicidade de sua escrita. Ao utilizar-se de um Camaleão para trabalhar com cores a autora fora muito feliz, produzindo um texto que explora o variar de cores do réptil (e lhe atribuindo cores que não são vistas no mundo real, inclusive duas cores ao mesmo tempo) de maneira lúdica e de fácil compreensão. Logo na primeira estrofe do conto Ruth nos determina o que é o Camaleão: nosso amigo. Este detalhe traz um certo ar de humanidade ao personagem, criando um laço simples com a história. Na estrofe seguinte, ao dizer que “o camaleão mudou sua cor para cor-de-rosa, que ele achava a mais bonita de todas”, fica implícita uma questão de gênero interessante de ser trabalhada. O Autor deste artigo é docente na educação infantil e encontra-se no dever de relatar um fato acontecido quando o contar do texto encontrava-se no parágrafo descrito acima. Um menino de 5 anos questionou que “se ele é um camaleão menino, deveria gostar de azul, não de rosa, que é cor de menina”. Trabalhou-se posteriormente com as crianças da sala o que seriam coisas de menino e de menina, e percebeu-se que desde muito cedo as crianças estão sendo doutrinadas a aceitar um estereótipo do gênero. Baseado neste pensamento, o autor, possuidor de uma camiseta rosa com temática da Pedagogia, resolvera experiênciar o que se sucederia ao quebrar o paradigma dominante de gênero. A cena fora mais que tragédia: o menino que relatara ser cor-de-rosa cor feminina ao ver o professor com uma camiseta rosa imediatamente exclamou: “o professor virou menina!” ao que fora então questionado se o professor havia perdido traços físicos masculinos, como a barba, os pêlos nas pernas e o tom de voz. A resposta fora igualmente cômica: “não perdeu mas vai perder”.
É perceptível que a autora tenha deixado esta frase de propósito. O Trabalho com gênero na educação infantil constitui-se de importância grande, tanto quanto a autonomia e a afetividade. Mas embora os professores da EI tentem fazer com que se produzam novas compreensões de gênero por parte das crianças há uma resistência muito grande dos pais a qualquer comportamento considerado inadequado para o gênero. Um menino não pode brincar de boneca e uma menina não pode brincar de carrinho; se brinca, há algo errado, se são estimulados a brincar, reagem dizendo que não são coisas de seu gênero.

Na página seguinte (07) a frase “quero ser bonzinho para todo mundo” também traz um contexto de interpretações grande. Ao ler pela primeira vez, o autor deduziu que nem sempre o camaleão era bom; algumas vezes poderia agir maleficamente, outras com bondade. Relendo o texto percebe-se que a noção de bondade que se perpetua nele é a de que é bom quem faz tudo o que os outros querem – noção esta asseverada nas páginas 10, 14 e 18, páginas em que o camaleão troca de cor ao ser questionado. Se a autora não tivesse conhecimento pedagógico e soubesse ser este um problema muito comum na juventude (pensar por si mesmo, tomar as próprias decisões, não se deixar influenciar) teria parido uma das piores histórias para a infância… pelo contrário, ela desenrola boas frases no porvir literário:

…por mais que a gente se esforce, não consegue agradar a todos. Alguns gostam de farofa. Outros preferem farelo…

construindo assim um final que assevera a autonomia da criança, o dizer não como expor a sua própria opinião, expor suas ideias e fazer o que lhe convém (página 35 do livro). Um final simples mas que contrasta com tudo o que o camaleão fez durante o conto, em que estava subjugando-se ao gosto dos amigos em detrimento à usar a cor que achava a mais linda do mundo. Percebe-se também que o final deixa subentendido que o camaleão não sabia dizer não conscientemente, pois na frase “bastava que alguém falasse, mudava de opinião” fica claro a influência da opinião do outro, o que contrasta com a frase “eu gosto dos bons conselhos, mas faço o que me convém” na qual se divisaria uma ponta de julgamento antes de se aceitar a opinião do outro.
O Professor tem muito o que explorar neste conto, como o gênero, a autonomia e algumas frases que durante o texto podem suscitar comentários, como “você devia fazer o que a natureza ensina” (pg. 17), que é uma boa deixa para trabalhar com a natureza e “porquê você não usa uma cor mais avançada?” para trabalhar o velho e o novo. Um bom conto, sem muitos detalhes a nos entristecer, e que tem boa repercussão entre os educadores.

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10 Brincadeiras ao ar livre para bebês menores de 1 ano – Parte II

Especial dia das crianças

Na sexta-feira, 12 de outubro, o dia é delas. Que tal juntar os amiguinhos em casa e propor brincadeiras cheias de bom humor. Com estas ideias divertidas, o tédio vai ficar longe.

1. Que tal convidar os amigos dos seus filhos para uma sessão de cinema em casa? A pipoca não pode faltar! Para acomodar todos confortavelmente, espalhe almofadas sobre o tapete.

 

2.Boa ideia é montar uma cabana de índio na sala. Não há criança que resista. Aqui, ela foi comprada pronta, mas dá para improvisar usando lençóis.

 

3.Trazer as crianças para a cozinha pode ensinar valiosas lições: paciência, precisão, cuidado… Além de ser uma oportunidade ótima para passar alguns momentos juntos. Só é preciso bom-senso para perceber quando os pequenos já estão aptos.

4. Para agitar a brincadeira, a arara forrada de fita de cetim e enfeitada com flores artificiais está repleta de fantasias infantis. A caixa colorida tem acessórios para complementar: coroa de princesa, tiara com bolo de festa e varinha de condão de coração

 

5.No almoço ou no lanche da tarde, o prosaico milho-verde vira uma festa com esta apresentação divertida: coloque as espigas em palitos de madeira e acomode-os numa floreira. Espete os palitos numa espuma floral, cubra o vaso com pipocas e boa colheita!

6.Para deixar a tarde mais divertida, sirva o lanche das crianças de uma forma diferente. Deixe que eles se sintam verdadeiros mestres-cucas, montando os próprios sanduíches. Os cortadores em forma de dinossauro e coração ajudam a abrir o apetite

 

7.Mãos à obra! A brincadeira é criar, aos poucos, uma história com colagem e desenhos no papel kraft. Além do material para desenhar, providencie uma caixa cheia de recortes de revistas

 

Vá de bike!

Mais que um objeto de lazer, a bicicleta se tornou um meio de transporte, um veículo para ficar em forma e respeitar o meio ambiente a No entanto  poucos quilômetros de ciclovias, o perigo e o desrespeito com o ciclista são empecilhos para que a modalidade se desenvolva integralmente. Muita gente ainda não se conscientizou de que a bicicleta é um veículo de propulsão humana e tem seu direito assegurado por lei nas vias públicas.

Felizmente, algumas iniciativas pontuais têm surgido no sentido de facilitar a vida dos ciclistas. Ao contrário das ciclovias, esse tipo de iniciativa prevê o uso de uma das faixas das ruas e avenidas para trânsito exclusivo das bikes em dias e horários determinados. O que ainda é pouco para a demanda crescente por esse tipo de locomoção.

A iniciativa privada também tem dado sua colaboração para aliviar o caos da vida urbana. Nada que se compare ao que já existe em outros países da Europa (veja o quadro O Mundo sobre Duas Rodas), mas não dá para negar que qualquer movimento nesse sentido demonstra uma mudança de mentalidade em relação ao assunto. Um bom exemplo é o da Seguradora Porto Seguro, que idealizou alguns serviços com o objetivo de multiplicar ações socialmente responsáveis e estimular o transporte sobre duas rodas. Um deles é o Bike Serviços que encaminha funcionários de bicicleta para atender aos chamados de panes em veículos que não precisam de remoção, fazer vistoria e serviços residenciais de encanador e eletricista na zona sul do Rio de Janeiro, em Santos, São José dos Campos e Campinas, localizadas no Estado de São Paulo, e em alguns bairros da capital. Em comum, todas essas localidades têm uma alta densidade demográfica e um grande déficit de vagas para estacionar os carros.

Confira algumas dicas para aproveitar mais as vantagens desse excelente exercício
● Antes de começar a praticar, passe por uma avaliação médica. O ciclismo tem poucas contraindicações; precavenha-se.
● Durante o dia, use protetor solar e, no verão, prefira as roupas capazes de barrar, ao menos parcialmente, os raios UV. As queimaduras são incômodos comuns que atingem os ciclistas de primeira viagem.
● Informe-se, em sites especializados e com outros ciclistas experientes, sobre como escolher a melhor bicicleta para as suas características físicas, pois há muitos modelos disponíveis no mercado. Se possível, consulte um educador físico com experiência em ciclismo outdoor ou um bike fitter (grandes bicicletarias, em geral, indicam bons nomes). Esses profissionais também podem ajudá-lo a regular a altura do selim com precisão. “Muitos ciclistas referem dormência dos órgãos genitais durante a prática. Mas isso só acontece devido ao mal posicionamento do selim, em geral, quando ele está mais para cima do que deveria”, alerta o educador físico Luiz Antonio Domingues Filho.
● Pedale com roupas adequadas para a prática de exercícios físicos, largas e que permitam a transpiração. Nos dias frios, agasalhe-se em camadas, tomando o cuidado de proteger as extremidades, como as mãos e os pés. “Se a distância for longa, sugiro levar uma muda de roupa extra. A dica também vale para os dias chuvosos”, indica Matias Migiranon Mickenhagen, diretor financeiro da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo).
● Tenha sempre uma garrafinha de água a tiracolo, para manter-se hidratado.
● Não exceda os limites do seu corpo. Comece devagar, pedalando pequenas distâncias e, depois vá aumentando gradativamente até alcançar seu objetivo.
 

 

 

Agora se você não puder parar de usar o carro uma alternativa para você contribuir com um trânsito com menos fluxo e carros  é  por exemplo você  oferecer carona  ou fazer rodízio com outros pais para levar e buscar as crianças na escola são pequenas atitudes que podem refletir em grandes mudanças!

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Crianças e teatro

A ficção faz parte do dia a dia da garotada: ora são mães, ora policiais, heróis e princesas. Toda criança gosta de fazer parte de uma invenção e não só podem como devem ir ao teatro. Quando assistimos a uma peça de teatro somos convidados a conhecer outros mundos. A fantasia e a imaginação estimulam a capacidade criativa de crianças e jovens. Ao mexer com suas experiências particulares, o espetáculo também os ajuda a entender melhor a si mesmo.

Apesar de muitas opções serem caras, é possível achar peças teatrais com preços acessíveis e até mesmo gratuitas. Nos sites da prefeitura, dos jornais e revistas da sua cidade provavelmente é possível encontrar algumas dicas. Os sites de compra coletiva (em que serviços e produtos são vendidos com grande porcentagem de desconto, desde que haja um determinado número de compradores) também oferecem boas ofertas. Existe até site de compra coletiva infantil! Não existem receitas para apreciar uma peça de teatro, para poder aproveitar ao máximo, é só deixar-se entregar à peça. É um momento para esquecer o stress do dia a dia e curtir o momento junto com a criança depois, vocês refletirão sobre aquilo que viveram juntos.

Então aqui vao algumas dicas para você aproveitar esse momento mágico que o teatro proporciona:

  • Não existe uma regra geral para uma idade miníma para frequentar o teatro alguns grupos produzem peças até para bebês! Um bom conselho é procurar espetáculos que tenham uma duração correspondente a concentração do seu filho. Muitas escolas já levam seus alunos ao teatro, mas é bacana viver essa experiência com pai e mãe. Como na leitura, o exemplo vem de casa;

 

  • procure identificar os interesses de seus filhos. O primeiro passo é encontrar peças com temas ou personagens que façam os olhos do seu filho brilhar. Os clássicos como Chapeuzinho Vermelho e Branca de Neve podem ser um bom começo se ele ainda não está acostumado ao teatro. As histórias conhecidas atrairão sua atenção e farão ele se identificar. Depois, é hora de procurar peças mais diferentes, que tenham temas e linguagens novos, como musicais, teatro de bonecos, de sombras, de máscaras etc. As peças que oferecem diferentes estímulos sensoriais também incluem as crianças com deficiência visual. Existem teatros que oferecem também o serviço de audiodescrição, que descrevem o que ocorre no palco;

 

 

  • Imagine a furada de levar seu filho e ele odiar a peça? O caminho é não subestimar a capacidade dele. Escolhendo uma peça muito mastigadinha, em que a criança não tem espaço para pensar por si só, corremos o risco de deixá-la entediada. A garotada gosta de ser desafiada a viver novas aventuras. O diretor da Cia do Latão, Sérgio de Carvalho, aconselha a não procurar peças que pegam carona nos desenhos da televisão porque geralmente elas oferecem pouco conteúdo. “A experiência interessante do teatro é ver o diferente, sair da mesmice. Não acredito no teatro que segue o modelo televisivo”

 

  • Crie um clima divertido e de expectativa em seu filho. Avise-o dias antes, marque no calendário, chame amigos seus e dele também. Uma ideia fácil e divertida é eleger um elemento que chamou a sua atenção na pesquisa sobre a peça e mostrar um objeto que tenha a ver com isso para seu filho, sem maiores explicações. Pode ser um chapéu, uma música, uma foto… Diga que tem a ver com a peça que irão assistir e desafie-o a adivinhar possíveis relações. Além de soltar a imaginação da criança, ela perceberá a importância que os pais estão dando à experiência e naturalmente se sentirá interessada e animada pela aventura;
  • Já percebeu que no escurinho do cinema a luz vem de trás? No teatro, é diferente: a iluminação vem em direção aos espectadores, ficamos iluminados o tempo todo. Por isso a plateia influencia na apresentação dos atores, é um momento coletivo. A pedagoga Bernadete Poeys entra em cena novamente para ajudar a conter possíveis crises:
    – Crianças muito pequenas podem sentir medo quando as luzes se apagam ou de algum personagem mais assustador e começar a chorar. Nessa hora vale explicar que ela está atrapalhando os outros e pedir que fique calma, se não funcionar, retire-a da sala.
    – Se ele quiser ir embora no meio do espetáculo, converse baixinho sobre o porquê. Se não conseguir resolver, o melhor é ir embora mesmo, para não atrapalhar os outros nem obrigar a criança a ver algo que ela não está a fim;
  • Geralmente, nas peças infantis, é comum que os atores reservem um tempo para atender as crianças. Dá pra tirar fotos, pedir autógrafos, conversar com os atores e abraçá-los. É uma boa chance para fechar o dia com chave de ouro e ainda permitir que a criança leve uma lembrança material para casa. Cuidado apenas para não forçar a barra: incentive-a, mas não imponha nada.

REFERÊNCIAS:

Educar para crescer

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Clube do filme

É dia de feira

25 Clássicos da literatura infantil Brasileira

Chapeuzinho amarelo de Chico Buarque

Branca de Neve, Cinderela, Pinochio  mas você conhece  os clássicos da literatura infantil brasileiro ? se não confira a lista a seguir e descubra quais títulos são fundamentais para as crianças!

1.Reinações de Narizinho – Monteiro Lobato

2.A bolsa amarela – Lygia Bojunga

3. Chapeuzinho Amarelo – Chico Buarque

4. A Operação do Tio Onofre- Tatiana Belinky

5. Bisa Bia Bisa Bel – Ana Maria Machado

6.A Arca de Noé – Vinícius de Moraes

7.Lúcia Já-Vou-Indo –Maria Heloísa Penteado

8.O Gênio do Crime- João Carlos Marinho

9.Xisto no Espaço- Lúcia Machado de Almeida

10.Marcelo, Marmelo, Martelo- Ruth Rocha

A bruxinha atrapalhada ,de Eva Funari

11.A Bruxinha Atrapalhada-Eva Furnari

12.Uni Duni Tê – Angela Lago

13.O Fantástico Mistério da Feiurinha – Pedro Bandeira

14.Pluft, o Fantasminha- Maria Clara Machado

15.A Fada Que Tinha Ideias – Fernanda Lopes de Ameida

16.A Vida íntima de Laura – Clarice Lispector

17.Ou Isto ou Aquilo –Cecília Meireles

18.O Vovô Fugiu de Casa – Sérgio Caparrelli

19.Tonzeca, O Calhambeque – Camilla Cerqueira Cesar

20.A Vaca Proibida – Edy Lima

A vida íntima de Laura, de Clarice Lispector

21.O Menino Mágico – Rachel de Queiroz

22.Uma ideia toda azul – Marina Colasanti

23. A Vaca Mimosa e a Mosca Zenilda – Sylvia orthof

24. O Menino Maluquinho – Ziraldo

25. Poemas Para Brincar – José Paulo Paes

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Como estimular a visita de museus históricos em crianças

 

‘Quem gosta do velho é museu’, ‘ essa casa tá parecendo um museu’ são expressões como essas que demosntram o quanto esse lugar é carregado de estigmas e consequentemente de preconceitos,falhas oriunda da nossa formação cultural e escolar.

Visitar um museu não é o programa número 1 das famílias,nos muitos casos esta atividade está relegada a  escola o que na maioria das vezes torna tal experiência enfadonha para as crianças,dificultando ainda mais a criação do hábito de frequentar tais espaços.Outra dificuldade apresentada é o acesso seja por ser localizado distante das pessoas ou porque simplesmente os museus estarem fechados na hora da visita ( e também a infraestrutura do museu deixa a desejar -o que desistimula ainda mais). Mas o que fazer para mudar tal realidade? A resposta é simples criando um público frequentador desses espaços e para isso as famílias e as crianças são as palavras –chaves.E para isso segue algumas dicas para você juntar a família e a criançada e  tornar a visita ao museu mais divertidas:

 

Museu do estado de Pernambuco
  • A fase de preparação é a mais importante, pois é a que envolve todas as expectativas da criança. Por isso, é bacana que vocês façam tudo juntos. Procure informações na internet, em mapas, em livros sobre o que você pode ver no museu;
  • os adultos têm o papel de incentivar a reflexão entre as crianças. Diante de um prédio antigo ou monumento , pergunte o que ela acha dele, se ela acha bonito ou feio. Ao observar a estátua de alguém, pergunte se ela sabe quem foi essa pessoa e se ela acha que a pessoa realmente merece um monumento,Caso você não saiba não se acanhe e pergunte ao guia ou monitor do museu;
  • Lembre-se sempre que o passeio, apesar de se interessante para você também, é um momento de lazer a aprendizagem para o seu filho. Peça a opinião dele e tente priorizar atividades do seu interesse.
  • Compare o passado com o presente ,muitos museus exibem peças do cotidiano dos séculos passados esta é uma boa oportunidade de mostrar o processo de evolução da tecnologia e as diferenças de modo de vida.

 DICAS:

Durante o ano são realizados circuito entre os museus nas cidades do país inteiro você pode conferir mais informações neste site ou na página do facebook:

Intituto Brasileiro de Museus

Intituto Brasileiro de Museus facebook

 

Neste site disponibiliza alguns museus o estado de Pernambuco,ótimo para se programar:

Museus de Pernambuco

 

LEIA TAMBÉM:

Exposição de Arte: educação e diversão para crianças e adultos

 

 

 

Horta sensorial para crianças –Nem precisa ter quintal!

Em cidades cada vez mais urbanizadas e com o maior número de pessoas morando em prédios  é cada vez mais raro  o contato das crianças com a natureza:subi em árvores  nos quintais de casa ,as brincadeiras com terra ou lama(os famosos bolinhos de barro) ,regar plantas e etc. Muitos tendem a ficar no saudosismo mas é possível  adaptar e ainda usufluir de alguns benefícios de um quintal mesmo dispondo  de um pequeno espaço,um exemplo disso é o plantio de pequenos canteiros na varanda,janelas ou área de serviço . E esta vai ser a nossa dica : A criação de horta ou Jardim vertical  para crianças .

Leia mais:

Novas dicas para horta e jardins para crianças !

Vamos lá!

1º passo: Acho que a primeira pergunta que se deve estar fazendo é ‘Onde vou  fazer essa horta ?’ calma , a resposta é : Uma parede com incidência de luz solar –só isso! Buscando alternativas para aqueles que moram em apartamento achei essa proposta de criação de uma horta que usa como suporte garrafas PET que  podem ser reaproveitadas para cultivar vegetais de pequeno porte, temperos e ervas medicinais, presas em muros e paredes ou apoiadas em suportes de diferentes materiais.

MATERIAL

– Garrafa PET de 2 litros vazia e limpa;

– Tesoura

– Corda de varal, cordoalha, barbante ou arame

– Para os que optarem por cordoalhas ou arames, serão necessárias duas arruelas por garrafa PET

– Terra

– Semente de planta,hortaliça,tempero etc.

2º passo : MODO DE FAZER

Corte a garrafa PET, como na foto acima.

Para fixar as garrafas, devemos fazer dois furos no fundo da garrafa e dois na parte superior da garrafa. Dá pra entender direitinho olhando bem a foto acima. Além dos furinhos para passar a corda, é necessário um pequeno furo no fundo da garrafa. A água usada para regar a muda precisa escoar.

Depois disso, passe a corda por um furo e puxe pelo outro.  Em um recipiente separado, prepare a terra. Para este tipo de plantio ela deve ser composta por 50% de terra comum e 50% de terra preta. Preencha a garrafa PET até a metade com o preparado. Coloque sua hortaliça e ajeite bem, a seguir, adicione mais um pouco. Para que o solo fique firme, dê uma leva batidinha sob a mesa; este movimento fará a terra se assentar. Complete com mais um punhado até ficar um dedo abaixo da altura da ‘janela’. Este espaço é importante para que a água não transborde quando a hortaliça for regada

Para a corda não escorregar existem duas sugestões:

Com Barbante e nós

Com arruela:

Para as crianças, o plantio e o cuidado com as plantas não só educa como diverte.
As plantas podem despertar outros sentidos além do paladar. Cada espécie tem uma aparência, uma textura, um cheiro distinto. É interessante que as crianças sejam estimuladas a perceber essas diferenças.Então crie diversos canteiros : um canteiro que estimula o olfato, com plantas que exalam cheiro de suas folhas, como citronela, alecrim, lavanda, manjericão, arruda e hortelã; outro canteiro é voltado para a visão, com flores de rosinha-de-sol, maria-sem-vergonha, gardênia, camarão-amarelo e margarida. e um último com plantas de texturas diferentes para o tato: planta-jade, boldo, boldo miúdo, dedo-de-moça e espada de são Jorge.

Dica:

  • O ideal é que o plantio comece da semente até a planta se tornar adulta. É importante lembrar que não vale escolher espécies que demorem demais para crescer, ou as crianças podem perder o interesse na atividade;
  • É importante que as crianças participem do plantio. Assim elas despertam o interesse pela natureza e se sentem responsáveis por cuidar do canteiro;
  • Faça da colheita um dia especial ,relembrando de todas as fases do plantio e da experiência que passaram ,além de convidar a criança no preparo do alimento que  ajudou a produzir.

Referências:

Marcelo Rosembaum

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Apertem os cintos! Crianças em casa… Pintura a dedo

10 Brincadeiras ao Ar livre para crianças menores de 1 ano – Parte I

10 Brincadeiras ao Ar livre para crianças menores de 1 ano- Parte II

Piscina,Parquinho,esportes e amigos…Vamos a um clube?

Inspiração: O fliperama do Caine

10 Brincadeiras Ao ar livre para bebês menores de 1 ano -Parte II

Vamos seguir a nossa lista de 10 brincadeiras para bebês menores de 1 ano,agora as atividades são destinadas aos bebês a partir de seis meses idade, o bebê começa a ficar bem mais ativo, ao aprender a virar de um lado para o outro e a se sentar. Outra novidade é a habilidade de segurar, manipular e levar objetos à boca, algo que o ocupará por horas a fio e exigirá atenção redobrada da sua parte. As crianças passam também a responder melhor às tentativas de entretê-las, soltando gritinhos de alegria e olhando os pais nos olhos.Então Vamos nos divertir!

6.Rola bola

Crianças pequenas são apaixonadas por bolas e pelo jeito como elas se movimentam. Experimente só jogar uma bola bem grande para cima e deixá-la cair no chão como se não tivesse conseguido pegá-la a tempo.
Outra forma divertida de brincar com bolas é escolher uma de plástico molinho ou tecido e jogá-la na direção do bebê. Aos poucos, ele vai aprender a pegá-la e jogar de volta para você. Por enquanto, nada de chutes ou cestas.

Faixa etária: apartir  dos 5 meses

Onde: Quintal, Praça, Dentro de casa, Parque

Estimula: Cordenação motora, Movimento, Ação-consequência

7. Engatinhar na grama em praças e parques

Na fase em que seu bebê está engatinhando, fique atenta para que ele explore vários espaços diferentes, deixando-o livre. Ele vai adorar engatinhar em um tapete natural e imenso como a grama.

Faixa etária: apartir  dos 6-7 meses

Onde: Quintal, Praça,  Parque

Estimula: Cordenação motora, Movimento, Ação-consequência

8. Brincar com  árvores e plantas

É bom estimular desde cedo o contato da crinças com a natureza. Os bebês adoram sacudir os galhos,folhas e tentar pegar os futos das árvores.

Faixa etária: apartir  dos 5 meses

Onde: Quintal, Praça,  Parque

Estimula: Cordenação motora, Movimento, Ação-consequência

9.Brincar na terra

Entre 0 e 2 anos, é muito importante que a criança conheça diversas texturas para desenvolver o tato. Brincar na terra é uma forma gostosa de aguçar esse sentido nos pequenos. Não se preocupe com a sujeira!

Faixa etária: apartir  dos 9 meses

Onde: Quintal, Praça,  Parque,Praia

Estimula: Cordenação motora, Movimento, Ação-consequência

10. Piscinas de plástico

Você já reparou a bagunça que seu filho faz na hora do banho? É natural. Bebês adoram água. O contato com ela os relaxa, ao mesmo tempo que provoca sensações deliciosas em seu corpinho. Para prolongar esse prazer, coloque seu bebê numa piscina de plástico no quintal de sua casa.

Faixa etária: apartir  dos 6 meses

Onde: Quintal,terraço,Praia

Estimula: Cordenação motora, Movimento, Ação-consequência

ATENÇÃO: nunca deixe uma criança sozinha em piscina ,banheiras ou baldes qualquer atividade requer a presença e a supervisão de adultos.

 

Espero que tenham gostado das dicas !

FONTE:

Baby Center

Portal IG

Crescer

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10 Brincadeiras ao Ar livre para bebês menores de 1 ano – Parte I

Quando a criança tem menos de um ano  o repertório de brincadeiras e atividades são bastante limitadas e isto fica mais evidente  em dias de passeios,onde surge por exemplo a seguinte afirmação ‘ele não vai aprovetar nada’, isto porque os pequenos ainda interagem pouco e ainda são totalmente depedentes dos adultos. mas isso não quer dizer que brincar com eles não seja importante e que você tenha que ficar em casa  ao contrário eles estão ligados em tudo que acontece a seu redor, mesmo que não pareça, Conexões estão sendo feitas no cérebro dele e informações, decodificadas e categorizadas o tempo todo. E as brincadeiras servem para encaixar tudo isso como se fosse um quebra-cabeça e serão fundamentais para o desenvolvimento social, emocional, físico e cognitivo da criança  à medida que ele crescer.

E é isto que pretendo mostrar nesse post ,são 10 sugestões de brincadeiras para  crianças que estão nessa primeira fase de desenvolvimento  com atividades que estimulam  os sentidos da criança seja  através do toque, da visão, do olfato e da audição e pra tornar esses momentos mais prazerosos tudo ao ar livre,no parquinho,praia ,quintal… Vamos brincar?

  1. Olha que legal!

A maior parte das brincadeiras desta fase consiste em mostrar coisas para o seu filho. Vale qualquer objeto da casa que não corte, queime ou possa ser engolido e também animais como aves e o encare-o com encantamento para mostrar. não espere que uma criança tão pequena realmente entenda do que se tratam. Mas o ritmo da sua voz e a sua companhia, além de estímulos visuais, costumam ser apreciados pelos pequenininhos. Você vai saber se ele está gostando da atividade se ficar atento e quietinho

Faixa etária: apartir  0 meses

Onde: Quintal, Praça, Dentro de casa, Parque

2. Serra-Serra, Serrador ou bebê voador

Quando a cabeça do bebê mais firme, já dá para brincar de aviãozinho ou de foguete, fazendo o bebê “voar” na horizontal, deitado e bem apoiado entre seus braços (papais costumam ser craques nessa brincadeira). Uma variação é brincar de elevador: você segura o bebê no colo e sobe e desce em direção ao chão com ele, contando os andares ao mesmo tempo (a menos que esteja em excelente forma física, você não precisa se agachar até o chão!) .

Outra brincadeira é o tradicional serra- serra Coloque a criança no colo. Segure os bracinhos dela estendidos e faça movimentos para frente e para trás cantando:

“Serra, serra, serrador
Serra o papo do vovô!
Quantas tábuas já serrou?
Uma, duas, três!”

Dica: quando chegar ao “três”, faça algum movimento engraçado: cócegas no bebê, ou levante-o bem alto.

Faixa etária: apartir  dos 4 meses

Onde: Quintal, Praça, Dentro de casa, Parque

Estimula: Coordenação motora, Equilíbrio, Movimento, Ritmo

3.Bolinha de sabão!

Parece mágica! Basta um arame em círculo, água e sabão. A brincadeira é antiga e não há quem deixe de experimentar.

Os bebês ficam encantados quando as bolinhas estouram, no meio de uma crise de choro, procure uma área externa e comece a assoprar as bolinhas só para ver o que acontece: as lágrimas param na hora. E se puder ir a um local onde crianças maiores estejam brincando, melhor ainda. Elas virão correndo para olhar as bolhas também e acabarão entretendo o bebê só com sua presença. Outra vantagem é que esse é um brinquedo fácil de transportar e barato.

Sugestão

Ingredientes:
* um pedaço de arame para entortar
* água
* detergente ou sabão em pó
* xarope de milho

Como fazer:
É bem simples. Misture 1/2 copo de detergente e 2 colheres de xarope de milho em 1/2 litro de água.O xarope de milho é para encorpar as bolhas e aumentar o tempo de duração delas. Depois,  basta molhar o arame entortado em forma de aro e assoprar.Agora se você preza pela praticidade em lojas de festa,no atacado dos presentes (nesses estabelecimento é vendido apartir de R$ 0,99)e também nos parques já vendem o copinho de bola de sabão pronta,aí é só comprar ,soprar e se divertir.

Faixa etária: apartir  dos 4 meses

Onde: Quintal, Praça, Dentro de casa, Parque

Estimula: Visão, Concentração , Movimento, Ação-consequência

4.Ler ao ar livre

O livro é o portal para imaginação e se isso acontecer ao ar livre – observando a natureza, o céu, as formas das nuvens, o vento…- pode ser ainda melhor. Ouvir histórias desenvolve a fantasia, o imaginário, a linguagem e o gosto pela leitura. E o principal: estabelece vínculos entre pais e seus filhos.

Faixa etária: apartir  do 0 meses

Onde: Quintal, Praça, Dentro de casa, Parque

Estimula: Visão, Concentração , Movimento, Ação-consequência,Ritmo

 

5.Brincar com cata-vento

Quando  força do vento o faz girar as crianças ficam fascinadas  principalmente quando são coloridos já quando  as crianças maiorzinhas interagem com o cata-vento, o desenvolvimento motor é favorecido.Você pode adquiri-los em loja de festas infantis(os laminados custam R$ o,99 já os de materiais mais resistentes custam apartir de R$ 2,00)parques ou fazer em casa.

Você vai precisar de :

  • 1 Canudo grosso ou espetinho de churrasquinho
  • Cartolina
  • Régua
  • Lápis
  • Tesoura
  • Cola
  • Alfinete ou tachinha

Agora vamos ao modo de fazer (a parte engenhosa da coisa):

Desenhe um quadrado na cartolina (sugiro a medida de 25 cm, para cada lado).Agora você pode desenhar ou pintar este quadrado, para seu cata-ventos ficar muito estiloso.

Trace as linhas diagonais do quadrado, formando um “X”

Corte com a tesoura estas linhas até uma distância de 1,5 cm do centro.

Depois dobre as pontas (uma sim uma não) em direção do centro. Como na figura abaixo

Prenda as pontas no centro do quadrado com o alfinente ou com a tachinha.

Prenda no canudo ou no espetinho e pronto.

Agora é só sair por aí “catando o vento”.

Faixa etária: apartir  dos 6 meses

Onde: Quintal, Praça, Dentro de casa, Parque

Estimula: Visão, Concentração , Movimento, Ação-consequência,Ritmo,Percepção de cor

ATENÇÃO: O nível de atenção varia bastante, dependendo da idade da criança, do temperamento e até do humor do momento. Às vezes ele vai ficar envolvido em uma atividade por até 20 minutos, mas o mais comum é que a brincadeira precise mudar a cada cinco minutos, mais ou menos.

Até aqui vocês viram brincadeiras com crianças de até 6 meses no próximo post continuaremos com dicas para crianças maiorzinhas.

beijos,até mais!

FONTE:

Baby Center

Porta IG

Crescer

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