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estórias esquecidas – Branca de neve e Rosa vermelha

Nos últimos meses venho me dedicando a pesquisar contos e estórias infantis clássicos que são desconhecidos pelo grande público e é por isso que retorno ao blog para divulgá-los na novíssima sessão do blog chamada ‘estórias esquecidas’  e para a estreia trouxe a um  conto de  Grimm chamado de ‘ Branca de neve e Rosa vermelha’ espero que gostem.

 

InicialE.svg  ra uma vez uma pobre viúva que vivia numa cabana solitária. Na frente da cabana havia um jardim onde dois pés de roseiras cresciam orgulhosos, um dos quais dava rosas brancas e o outro produzia rosas vermelhas. Ela tinha duas filhas que eram parecidas com os dois pés de roseira, e uma delas se chamava Branca de Neve, e a outra Rosa Vermelha. Elas eram boas meninas e viviam felizes, eram ágeis e carinhosas como somente duas crianças no mundo poderiam ser, apenas Branca de Neve era mais tranquila e mais gentil do que Rosa Vermelha. Rosa Vermelha gostava mais de correr pelos campos e pradarias em busca de flores e caçando borboletas; mas Branca de Neve gostava de ficar em casa com sua mãe, e a ajudava nas tarefas domésticas, ou lia para ela quando não havia nada para fazer.

As duas meninas gostavam tanto uma da outra que quando elas andavam pelas ruas, elas sempre seguravam uma na mão da outra, e quando Branca de Neve dizia, “Jamais nos separaremos um dia,” Rosa Vermelha respondia, “Jamais, enquanto vivermos,” e a mãe delas completou, “O que uma tinha, fazia questão de dividir com a outra.”

branca de neve e rosa vermelha

 

Muitas vezes, elas gostavam de correr pela floresta sozinhas para colher frutas vermelhas, e nenhum animal nunca fez mal algum a elas, mas gostavam de ficar perto delas, porque confiavam nelas. A pequenina lebre gostava de comer folhas de repolho na mão delas, o cabritinho gostava de ficar pulando perto delas, o veadinho saltitava alegremente nos arredores, e os passarinhos ficavam pousados nos galhos das árvores, e cantarolavam canções maravilhosas para elas.

Nunca, nenhum perigo as ameaçava; se elas ficavam muito tempo na floresta, e a noite chegava, elas se deitavam uma perto da outra sobre a relva, e dormiam até a manhã seguinte, e a mãe delas sabia disto e não ficava preocupada com isso.

Uma vez, quando elas tinham passado a noite na floresta e acordaram somente no alvorecer do dia, elas viram uma linda criancinha vestida numa roupinha branca e reluzente que estava sentada perto de onde elas haviam dormido. O bebê se levantou e ficou olhando tranquilamente para elas, mas não disse nada e seguiu andando pela floresta. E quando elas olharam ao redor elas descobriram que haviam dormido bem perto de um precipício, e certamente teriam caído dentro dele na escuridão se elas tivessem dado apenas alguns passinhos a mais. E a mãe delas disse que deve ter sido o anjo que protege todas as crianças boas.

Branca de Neve e Rosa Vermelha ajudavam sua mãe a manter a casa tão limpa que era um prazer olhar dentro dela. No verão, Rosa Vermelha tomou conta da casa, e todos os dias de manhã ela colocava uma coroa de flores na cabeceira da cama de sua mãe antes dela acordar, na qual havia uma rosa de cada roseira. Durante o inverno, Branca de neve acendia a lareira e pendurava uma chaleira. E a chaleira que era de cobre brilhava como ouro, e era polida até ficar reluzente.

branca de neve e rosa vermelha

 

Ao anoitecer, quando caíam os flocos de neve, a mamãe dizia, “Branca de Neve, não esqueça de trancar a porta,” e então, elas sentavam ao redor da lareira, e a mamãe pegava os seus óculos e lia um livro em voz alta para elas, e as duas garotinhas ficavam ouvindo, sentadas, enquanto fiavam. E perto delas ficava um cordeiro sentado no chão, e atrás delas estava uma pombinha branca sentada no poleiro e tinha a cabeça escondida debaixo de suas asas.

Uma noite, quando elas estavam assim confortavelmente acomodadas, alguém bateu à porta, como se desejasse entrar. A mãe disse, “Rápido, Rosa Vermelha, abra a porta, deve ser algum viajante que está procurando abrigo.” Rosa Vermelha foi e destrancou a porta, achando que fosse algum mendigo, mas não era; era um urso que enfiou a sua cabeça grande e negra para dentro da porta.

Rosa Vermelha gritou e deu um pulo para trás, o cordeirinho berrou, a pombinha se agitou, e a própria Branca de Neve se escondeu atrás da cama da sua mãe. Mas o urso começou a falar e disse, “Não tenham medo, Não vou fazer nenhum mal a vocês! Eu estou meio congelado, e só quero me aquecer um pouquinho ao lado de vocês.”

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“Pobre urso,” disse a mãe, “venha aqui se aquecer perto do fogo, e não se preocupe porque você não vai se queimar.” Então, ela exclamou, “Branca de Neve, Rosa Vermelha, saiam, o urso não vai fazer mal a vocês, ele só quer se aquecer um pouco.” Então, as duas saíram correndo, e pouco a pouco o cordeirinho e a pombinha também se aproximaram, e não ficaram com medo do urso. Então, ele disse, “Ei, crianças, será que vocês poderiam tirar um pouco de neve dos meus pelos;” então, elas trouxeram uma vassoura e escovaram toda a pele do urso; e ele se esticou perto da lareira e rosnava contente e satisfeito. E pouco tempo depois eles já haviam feito amizade, e já faziam estrepolias com o desajeitado convidado. Elas puxavam os pelos dele com as mãos, colocavam os pés nas costas dele e ficavam rolando, ou elas pegavam o quebra-nozes e batiam na cabeça dele, e quando ele rosnava, elas gargalhavam. Mas o urso aceitava tudo com despreocupação, somente quando elas exageravam um pouco ele gritava, “Crianças, me dêem um pouco de sossego. Branca de Neve, Rosa Vermelha, vocês teriam coragem de bater em quem as ama?”

Quando chegou a hora de dormir, e as crianças já tinham ido para a cama, a mãe disse para o urso, “Você pode ficar aí deitado ao lado da lareira, pois aí você ficará protegido do frio e do mau tempo.” E assim que o dia amanheceu, as duas crianças o deixaram sair, e ele saiu trotando alegre pela neve rumo a floresta.

Desse dia em diante o urso vinha todas as noites na mesma hora, ficava esticado ao lado da lareira, e deixava que as crianças brincassem com ele até se cansarem; e elas ficaram tão acostumadas com ele que as portas jamais eram fechadas até que o amigo delas de pelagem preta houvesse chegado.

Quando a primavera tinha chegado e tudo lá fora estava coberto de verde, o urso falou numa manhã para Branca de Neve, “Agora eu preciso ir embora e não voltarei durante todo o verão.” “Para onde você vai, então, querido urso?” perguntou Branca de Neve. “Eu preciso ir para a floresta e guardar os meus tesouros dos malvados duendes. No inverno, quando a terra fica congelada, eles são obrigados a ficar aqui embaixo e não podem trabalhar; mas agora, que o sol derreteu o gelo e aqueceu a terra, ele abrem buracos, e saem para bisbilhotar e roubar; e o que cai em suas mãos, e entra em suas cavernas, não consegue ver a luz do sol novamente.”

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Branca de Neve ficou muito triste porque o urso precisava ir, e quando ela foi abrir a porta para ele, e o urso saiu apressado, ele esbarrou na tranca e um pouco dos seus pelos foram arrancados, pareceu a Branca de Neve que ela tivesse visto um brilho dourado através dele, mas ela não teve certeza disso. O urso fugiu rapidamente, para logo desaparecer por trás das árvores.

Pouco tempo depois a mãe mandou que suas filhas fossem até a floresta para buscarem lenha para a lareira. Lá elas encontraram uma árvore muito grande que estava caída no chão, e perto do tronco alguma coisa estava pulando pra frente e pra trás na relva, mas elas não conseguiram identificar do que se tratava. Quando elas chegaram mais perto, elas viram um duende com um rostinho magro e envelhecido e uma barba branca como a neve e com quase cem metros de comprimento. A ponta da barba estava presa na fenda de uma árvore, e um amiguinho dele estava pulando para a frente e para trás como um cachorro que estivesse amarrado a uma corda, e não sabia o que fazer.

Ele ficou encantado com as meninas com seus olhos vermelhos como brasa e exclamou, “O que vocês estão fazendo paradas aí? Será que vocês não podem vir aqui para me ajudar?” “O que você está fazendo aí, anãozinho?” perguntou Rosa Vermelha. “Tola e curiosa menina!” respondeu o duende; “Eu estava tentando rachar a árvore para conseguir um pouco de madeira para cozinhar. Para o pouco que comemos precisamos apenas que alguns gravetos sejam queimados; nós não comemos tanto quanto vocês que são grandes e gulosos. Eu tinha acabado de enfiar um calço dentro da fenda, e tudo estava indo como eu queria; mas a danada da madeira era lisa demais e de repente pulou para fora da fenda, e a árvore se fechou tão rapidamente que não tive tempo de puxar a minha barba branca e delicada; então, agora eu estou preso e não consigo ir embora, e vocês ficam aí rindo, vocês são tolas, ingênuas e bobas! Ugh! Como eu odeio vocês, suas patachocas!”

As meninas fizeram muita força, mas elas não conseguiam tirar a barba que estava muito presa. “Eu vou correndo buscar ajuda,” disse Rosa Vermelha. “Sua gansa desajeitada!” rosnou o duende; “porque você iria buscar ajuda? Duas já são demais para mim; será que vocês não conseguem pensar em algo melhor?” “Não fique nervoso,” disse Branca de Neve, “Eu vou ajudar vocês,” e ela tirou uma tesoura do bolso, e cortou a ponta da barba do duende.

E assim que o duende se viu livre, ele pegou uma sacola que estava encostada entre as raízes das árvores, e que estava cheia de ouro, a levantou, e resmungava consigo mesmo, “Criaturas estúpidas, cortaram um pedaço da minha bela barba. Desejo má sorte para vocês!” (o duende era muito mal humorado) e então, ele jogou a sacola nas costas, e saiu em disparada sem nem sequer olhar para as meninas.

 

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E aconteceu que pouco depois a mãe mandou que as duas crianças fossem à cidade para comprar agulhas e linhas, e também laços e fitas. A estrada tinha um cruzamento que levava até um brejo onde havia, por toda parte, grandes blocos. Então, elas perceberam que uma grande ave pairava no alto, e voando mais devagar um pouco acima delas; ela veio descendo devagar, e finalmente pousou perto de uma rocha não muito distante. Em seguida elas ouviram um grito alto e penetrante. Correram para o local e viram, com horror, que a águia havia capturado o velho amigo delas, o duende, e já estava se preparando para ir embora.

As meninas, ficaram com pena, e imediatamente seguraram o anãozinho, e lutaram com a águia durante tanto tempo, que finalmente ela soltou a sua presa. Assim que o duende se recuperou do seu primeiro susto gritou com sua voz estridente, “Você não poderia ter feito isso com mais cuidado! Você agarrou no meu casaco marrom com tanta força que ele está todo rasgado e cheio de buracos, suas criaturas inúteis e desajeitadas!” Então, ele pegou um saco cheio de pedras preciosas, e saiu correndo novamente debaixo das pedras e entrou no buraco onde ele morava. As meninas, que já estavam habituadas com a ingratidão do duende, continuaram a caminhar e foram comprar o que sua mãe lhes havia pedido.

Quando elas foram atravessar o brejo novamente ao retornarem para casa elas deram de cara com o duende, que tinha esvaziado a sua sacola de pedras preciosas em um lugar vazio e limpo, nem tinha imaginado que alguém poderia vir até ali tão tarde. Os últimos raio de sol refletiam sobre as pedras; elas brilhavam tanto e espalhavam seus reflexos por todos os lados e tudo era tão encantador que as meninas ficaram paradas e olhava para elas. “O que vocês estão fazendo aí de boca aberta, suas molengas?” exclamou o anão, e o seu rosto que era cinzento começou a avermelhar de tanta raiva. Ele ia começar a falar alguns palavrões, quando, de repente, elas ouviram um grunhido estrondoso, e o urso negro estava saindo da floresta e veio trotanto em direção a eles.

O anão deu um pulo de tão assustado que ficou, mas ele não conseguiu entrar na sua caverna, porque o urso já estava bem perto. Então, tremendo que nem vara verde ele gritou, “Querido Senhor Urso, me poupe, eu lhe darei todos os meus tesouros; veja, as belas jóias que eu tenho aqui! Poupe a minha vida; o que você iria querer com uma criaturinha tão delicada como eu? você nem iria me sentir entre os seus dentes. Venha, leve estas duas garotas perversas, elas serão duas tenras iguarias para você, gordinhas como duas codornas; por misericórdia, fique com elas!” O urso não deu atenção às suas palavras, mas deu uma tremenda patada no duende sem coração, que ele nunca mais se moveu.

branca de neve e rosa vermelha

 

 

As meninas haviam fugido, mas o urso as chamou de volta, “Branca de Neve e Rosa Vermelha, não fiquem com medo; esperem, quero ir com vocês.” Então, elas reconheceram a voz do urso e o esperaram, e quando ele chegou perto delas, de repente ele se desfez de sua pele de urso, e eis que ali estava um belo e garboso príncipe, todo vestido de ouro. “Eu sou filho do rei,” disse ele, “e eu fui enfeitiçado por aquele duende malvado, que roubou todos os meus tesouros; tive de viver correndo pela floresta como urso selvagem até que me libertasse com a morte do duende. Agora ele recebeu sua bem merecida punição.”

 

Branca de neve e rosa vermelha

 

E finalmente, Branca de Neve se casou com ele, e Rosa Vermelha com o irmão dele, e elas dividiram entre si o grande tesouro que o duende havia juntado e levado para a caverna. A velha mãezinha viveu tranquila e feliz com duas filhas durante muitos anos. Ela levou as duas roseiras com ela, as quais foram colocadas diante da janela, e que todos os anos floriam as mais belas rosas, a branca e a vermelha.

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Cultura Pop para crianças

A maioria das pessoas relaciona a palavra educação a algo estritamente erudito e tradicional e é tentando quebrar esse paradigma que vou indicar alguns títulos que mostram a cultura pop não apenas como entretenimento mas também uma boa fonte de conhecimento e valores. Então aqui vão algumas dicas de alguns livros que conseguiram traduzir esse universo para os pequenos:

1. Rock para pequenos 

O livro nasceu da união entre duas paixões: rock e crianças. Sem muita firula, com textos diretos e ilustrações coloridas, o livro apresenta para os pequenos esse incrível mundo do rock e alguns dos seus ícones.

sabendo  como é difícil ensinar bons hábitos/maneiras para as crianças, e por isso usou a tática de mostrar os ídolos como bons exemplos. Assim, Hendrix incentiva a escovação dos dentes, Elvis recomenda cabelos bem penteados e Bowie mostra a importância de respeitar as diferenças.

 

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O encanto visual de “Rock Para Pequenos” é fornecido pelo traço do ilustrador mineiro Lucas Dutra. Ele deu vida e cores aos ídolos escolhidos pela autora, acrescentando detalhes que certamente vão agradar os pais roqueiros, que não resistirão a dar uma boa espiada no livro dos filhos. Eles vão curtir a caricatura estilosa do Joey Ramone, os detalhes na roupa do Steve Harris (camiseta do West Ham!) ou o cuidado de retratar o Chuck Berry com o modelo exato de guitarra que ele usa.

“Rock Para Pequenos: Um Livro Ilustrado Para Futuros Roqueiros” é o primeiro lançamento de literatura infantojuvenil da Edições Ideal. A temática relacionada ao universo do rock and roll vem para honrar a vocação e o direcionamento da editora, mostrando que a tradição dos bons sons pode ser cultivada desde o berço.

 

2. Cinema para pequenos 

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Depois de enfrentar Lorde Voldemort, Harry Potter luta contra o bullying em “Cinema para Pequenos: Um Livro Ilustrado para FuturosCinéfilos”, segundo livro da dupla Laura Macoriello e Lucas Dutra, autores de “Rock Para Pequenos”

“Harry é um aprendiz de bruxo, usa óculos e é muito atrapalhado, mas isso não importa, pois ele ainda será um grande bruxo!”, escreve a autora no texto de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”.

Como em “Rock Para Pequenos”, Macoriello recorre aos ídolos da cultura pop para ensinar hábitos saudáveis, conviver com as diferenças e exercer a cidadania.

Além do bruxo da série de J.K. Rowling, Jack Sparrow (de”Piratas do Caribe ) mostra como a conversa é a melhor saída para os problemas. Neo (Matrix” ), senhor Miyagi (Karate Kid” ), Indiana Jones (“Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida ), Ferris Bueller (Curtindo a Vida Adoidado ), Coringa (Batman ), Doutor Emmett Brown (De Volta para o Futuro ) e Benjamim (“O Palhaço ) também estão no livro.

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3. Pop art:

 

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Um mundo repleto de cores, formas, texturas e sentimentos. Esse é o cenário do livro-brinquedo, Onde Está o Urso da Amizade?, de Romero Britto. Em sua primeira obra infantil, lançada no Brasil, ele já lançou o livro My Alphabet Playbook nos Estados Unidos, o artista plástico pernambucano convida às crianças a viajar a partir de seus traços multicoloridos.

espero que tenham gostado das dicas ,até mais!

 

uma ideia na cabeça e uma câmera na mão – fazendo da fotografia uma diversão!

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Fotografar envolve muitos processos: sensibilidade, técnica, criatividade, capacidade de observação, integração e subjetividade. Com a fotografia podemos desenvolver uma linguagem pessoal para dialogar com o mundo à nossa volta. A criatividade, a sensibilidade, as cores e as formas do olhar das crianças são especiais. Que tal ver o mundo delas através de suas fotos?

A fotografia servi como recurso facilitador para as crianças experimentarem uma nova percepção de si e do mundo à sua volta. Exercitando, por exemplo, conceitos como espaço e tempo, as atividades pode  envolver brincadeiras e jogos com o ato de fotografar.

ninguém precisa ser um fotógrafo profissional basta juntar a criançada e se divertir mas separamos algumas dicas

1° passo : a câmera 

Com a popularização da tecnologia é fácil ter acesso a uma câmera digital nem que seja de celular mas o mercado já disponibiliza algumas versões infantis

essa da fisher price pode ser encontrado facilmente nas lojas de brinquedos

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Já essa da Lego só pode ser encontrado no exterior. está a venta  no site da Amazon

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outra opção podem ser as câmeras analógicas além de serem mais baratas podem ser bastante divertidas imagina expectativa na hora de revelar as fotos!

nesse caso você pode optar por uma câmera descartável

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Ou esses fofinhos  da amaquininha    que custam R$ 35,00

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Também é possível fazer sua própria câmera,já vai ouviu falar de uma técnica chamado pinhole? na internet podemos encontrar diversas dicas de como construir sua própria câmara escura

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2º passo  :  indo a campo

a Fotografia é um construtor de qualidades indispensáveis na formação de personalidades sadias, como por exemplo a observação, o poder de decisão, a criatividade, etc.

Baseada nestes conceitos, e considerando a importância das imagens em nosso cotidiano e na assimilação de qualquer aprendizado, propomos uma série de exercícios

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a. Iniciar com temas de Expressão pessoal para com focalização no Eu.
Ex: Auto-retrato, símbolos pessoais, minhas coisas, meu quarto, meus amigos, etc.
b. Temas que estimulem fantasias pessoais ou personagens.
Ex: Estórias e novelas – seqüência fotográfica
c. Nesta etapa sugerimos temas sobre a família
Ex: Album de família com histórias antigas até atual, o cotidiano da família, o trabalho de meu pai, meus irmãos, etc.

Finalmente, trabalhamos sobre a comunidade com pesquisa e registro da microcultura em que vivem.Estes temas são ideais para trabalhos em equipe e para a utilização conjunta com palavras, simulando por exemplo o Fotojornalismo e/ou a Etnofotografia.

Ex: “O Bairro” focalizando a arquitetura, a etnia, o comércio, os costumes, etc., “A Escola”, etc.

 

Espero que tenham gostado das dicas e que no próximo passeio que tal deixar a criançada registrar esses momentos de diversão? ou melhor juntar uma turma pra fotografar a cidade? beijos!

 

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A praça é sua. Ocupe-a!

Vai pra rua menino! Os beneficíos de brincar ao ar livre

Fim das férias! Que tal fazer uma guerra de pó colorido?

O  festival holi ou Festival das Cores     é um  dos eventos mais fascinantes que existem no mundo  a explosão de cores  que é  realizado na Índia todos os anos entre fevereiro e março par   comemorar  a chegada da Primavera .as pessoas atiram pó colorido das mais diversas cores umas às outras, com muita bebida, comida e música. Essa brincadeira começa quando crianças atiram as tintas aos pais e irmãos sendo que, no final, todos estão completamente pintados e coloridos. inspirado nesse evento que tal finalizar as férias da criançada com uma guerra de pó  colorido?  então segue uma receitinha para fazer essa brincadeira super divertida! Holi-Festival

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Ingredientes: Polvilho doce, anilina (comestível) e água.

Quanto mais anilina, mais forte e mais bonito o pó. E ainda adere mais ao corpo. Para 1kg de polvilho usaram aproximadamente 2 copos de 300ml de água com bastante anilina (a anilina pode ser em pó ou líquida. sendo que pra obter melhor resultado é preferível a líquida

Como Fazer: Primeiro coloque 1kg de polvilho doce em um balde. Aos poucos coloque a mistura da água com anilina e mexa. O polvilho vai ficar meio empredado. Quebre as pedrinhas e misture bem a água com o polvilho. Tome cuidado para não ficar muito molhado. Caso passe do ponto e o polvilho endureça demais, coloque mais (polvilho) que ele amolece de novo. Depois abra essa mistura em alguma superfície tipo um tabuleiro e coloque para secar no sol. Ele fica bem seco depois de uns 4 dias. Por último é só peneirar ou bater no liquidificador, empacotar e pronto! E a dica: fazer com polvilho doce por causa do cheiro. É mais brando.

*Sai facil do corpo e não mancha as roupas. Também é comestível e atóxico. Divirta-se!

Também tem um passo a passo nesse vídeo

 

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Corrida das cores agora no Brasil!!!

Bom dia todas as cores!

Limites da vaidade infantil

É indiscutível que as crianças contemporâneas são bastantes diferentes das crianças de 5,10 anos atrás ,essas nasceram numa sociedade bombardeada de tecnologia,informação e consumo  modificando diversos hábitos. Mas o que chama mais atenção é a vaidade precoce na infância ,escolher uma roupa bonita para ir à festinha, passar batom, usar perfume: a vaidade pode se manifestar desde muito cedo na vida das crianças. Quando praticada com moderação, ela é muito saudável, pois ajuda a construir a boa autoestima dos pequenos. “Na medida certa, a vaidade é benéfica e necessária, pois funciona como uma motivação: estimula a criança a querer ser admirada”, explica a educadora Marta Campos, coordenadora de apoio pedagógico da Escola Viva, de São Paulo.

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O problema é quando a preocupação com a vaidade se torna excessiva, colocando em risco o desenvolvimento físico e psicológico dos filhos. É o caso das crianças que usam sapatos com salto alto ou roupas que as deixam parecidas com mini-adultos. Também é o caso daquelas que são incentivadas a valorizar apenas o que é “de marca” ou o que custa muito caro. Vai nessa linha a polêmica sobre os limites que os pais devem ter para “embelezar “ os filhos, muitas vezes escravizando-os a padrões de beleza despropositais, ou mesmo tentando enquadrá-los às preferências que tem mais a ver com o mundo adulto. De repente o mundo todo diz que bonito é ter cabelo liso e, só porque sua filha não tem, e a sua cabeleireira garante que a nova escova progressiva não faz mal, tudo bem submetê-la ao procedimento? Moldar uma criança pra ser escrava da opinião alheia é transformá-la em adulto inseguro e com baixa auto-estima.

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Quem assistiu ao filme pequena miss sunshine lembra das aventuras da pequena Olive para que a pequena participasse do concurso de beleza infantil , crítica a tais eventos o filme mostra nas cenas finais o qual o processo de ‘adultização’ precoce das crianças é preocupante ,principalmente nos Estados unidos onde as crianças se submetem a tratamentos estéticos radicais como bronzeamento artificial, próteses dentárias e capilar. Pra quem acompanha a programação do canal pago  TLC  já deve  ter se deparado com os programas Toodles and Tiara e Honey boo boo que mostram o universo que beiram ao bizarro desses concursos.

Aos poucos esses concursos vem crescendo no Brasil ,ao contrário dos concursos americanos , as candidatas a minimisses querem “a” coroa. Claro que muitas também desejam ser modelo ou atriz e veem a competição como, digamos, começo. No concurso brasileiro não há prêmio em dinheiro, nem garantia de algum tipo de contrato. O cenário não é tão exagerado quanto o dos concursos norte-americanos. Concursos infantis de beleza sempre provocam discussões (e, claro, opiniões e julgamentos por parte de todos nós): por que meninas tão jovens querem ser misses? É vontade delas ou das mães? Participar de disputas como essas atrapalha a relação delas com a vaidade e a beleza? Se é difícil para um adulto, imagine para uma criança. Com certeza há impacto na construção da identidade e da autoestima. De que maneira vai depender de muitos fatores.

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E os meninos? Com as mudanças nos papéis entre os gêneros, há um aumento da vaidade masculina. Eles valorizam mais um corpo bem torneado, estilos de cabelo e roupas. Mas ainda é díficil detectar excessos. Essa mudança na maneira de encarar a vaidade dos meninos geralmente envolve uma cobrança para que se cuidem. A palavra-chave é novamente o equilíbrio.

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O melhor jeito de ensinar é pelo exemplo. Se a mãe ou pai são extremamente vaidosos, podem reforçar esse comportamento nos filhos. Por isso, os pais devem saber dosar a preocupação com a vaidade e dar exemplos também da importância de outros valores como a inteligência, a honestidade, a humildade, etc. Mostrar que não é fundamental ter a roupa mais cara ou o carro da moda.

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Por que meninas vestem rosa e meninos vestem azul?

Programação de férias em Recife – exposições

espaço cultural

Obras Públicas – Obras do Acervo

A exposição Obras Públicas de Murillo La Greca sugere um passeio por alguns roteiros turísticos da cidade. Através deles, o museu mostra a parte do acervo que corresponde aos estudos feitos por Murillo e que deram origem a tais obras.
Horário – De terça a sexta-feira, das 9h às 17h
Local – Museu Murilo La Grecca
Endereço – Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti – Paranamirim- Recife
Contato – 366

espaço cultural

Paraísos

A mostra ”Paraísos” apresenta uma retrospectiva dos seus 45 anos de carreira do artista plástico José Barbosa, reunindo pinturas, esculturas, entalhes e objetos.
Horário – De terça a sexta, das 13h às 19h; sábados e domingos, das 16h às 20h
Em cartaz até 30 de junho
Local – Arte Plural Galeria
Endereço – Rua da Moeda, 140 – Bairro do Recife- Recife
Ingressos – Entrada franca
Contato – 3424.4431

espaço cultural

Marcados

A exposição da artista Cláudia Andujar traz uma série de 65 fotografias cuja temática gira em torno das visitas da suíça a tribos indígenas brasileiras, além de objetos.
Horário – De terça a domingo, das 15h às 20h
Em cartaz até 28 de julho
Local – Fundação Joaquim Nabuco
Endereço – Rua Henrique Dias – Derby- Recife
Ingressos – Entrada franca
Contato – 609

espaço cultural

Desthinações

Raízes e formas inspiraram a artista plástica Thina Cunha em sua nova exposição, que retrata pescadores, caranguejos e outras figuras que habitam os rios e os manguezais.
Horário – Horário comercial
Em cartaz até 29 de julho
Local – Ateliê de Thina Cunha
Endereço – Rua Guarabira, 215 – Boa Viagem- Recife

espaço cultural

Entrenuvens

O artista plástico Alcindo Moreira apresenta Entrenuvens. A exposição conta com 1 tonelada de algodão e aborda formas diversas de capturar os momentos ‘fugidios’ das nuvens. Inédita também é a contrapartida ecológica do evento artístico, que pela primeira vez no Brasil realiza a compensação de carbono. Detalhes no arquivo anexo.
Horário – De terça a domingo, das 12 às 20h. Para agendamento de visitas guiadas há horários especiais: (81) 3425.1900.
Em cartaz até 30 de junho
Local – Caixa Cultural
Endereço – Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Recife Antigo- Recife
Ingressos – Gratuito

espaço cultural

Espaço de Arte Alemanha

A mostra marca as comemorações do ano Brasil-Alemanha 2013-2014. Dentre os artistas, estão o holandês Armando, Candice Breitz (África do Sul), Tony Cragg (Inglaterra), Marianne Eigenheer (Suíça), Ayse Erkmen (Turquia), Christine Hill (Estados Unidos), Magdalena jetelová (República Tcheca), Per Kirkeby (Dinamarca), Joseph Kosuth (EUA), Marie-Jo Lafontaine (Bélgica), Nam June Pak (Coréia do Sul), Giuseppe Spagnulo (Itália), Herman de Vries (Suriname), tendo como curadora a Dra. alemã Ursula Zeller.
Horário – De terça a sexta-feira, 9h às 17h. Sábados e domingos das, 14h às 17h
Em cartaz até 28 de julho
Local – Museu do Estado
Endereço – Av. Rui Barbosa, 960 – Graças- Recife
Ingressos – Entrada gratuita
Contato – 3184.3174

espaço cultural

Mar Morto

A exposição tem instalações com combinações de imagens e objetos que foram apropriados pela artista ou que fazem parte do seu acervo pessoal. A obra que dá nome à mostra traz um conjunto de fotografias de icebergs emolduradas junto com bilhetes de advertência escritos pelo artista.
Horário – Diariamente, das 8h às 12h e das 13h às 17h
Em cartaz até 5 de julho
Local – Instituto de Arte Contemporânea
Endereço – Rua Benfica, 127 – Madalena- Recife
Ingressos – Entrada gratuita
Contato – (81) 3226-0423

espaço cultural

Dalí: A divina comédia

A exposição é de 100 aquarelas originais de Salvador Dalí inspiradas na obra do escritor Dante Alighieri.
Horário – De terça a domingo, das 12h às 20h
Em cartaz até 14 de julho
Local – Caixa Cultural
Endereço – Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Recife Antigo- Recife
Ingressos – Entrada gratuita
Contato – (81) 3425.1900

espaço cultural

Expo Olinda Patrimônio Cotidiano

Uma iniciativa do Instituto de Cooperação Econômica Internacional (ICEI ? Itália/Brasil), com a participação de 12 fotógrafos para representar o Patrimônio Cotidiano da Cidade de Olinda, tendo como foco o povo, os moradores, seus símbolos, crenças e vida cotidiana.
Em cartaz até 30 de agosto
Local – Centro de Formação em Artes Visuais
Endereço – Pátio de São Pedro – São José- Recife
Contato – (81) 3493.9900 Casa 11

espaço cultural

As Águas da Memória

O projeto, que comemora o Dia Internacional da Memória do Tráfico Negreiro e sua Abolição, é realizado pela artista plástica e curadora pernambucana Inêz Oludé da Silva, residente em Bruxelas desde 1976, onde chegou como exilada política. Trata-se de um trabalho artístico de releitura, no qual aborda o tema da escravidão por meio de intervenções, oficinas, exposições de artes visuais e performances. Uma visão contemporânea, criando novas rotas que pretendem estimular a reflexão.
Horário – Segunda a sexta, das 9h às 17h e sábado, das 13h às 17h
Em cartaz até 31 de julho
Local – Museu da Abolição
Endereço – Rua Benfica, 1150 – Madalena- Recife
Ingressos – Entrada gratuito
Contato – (81) 3228.3248 3228-3248

espaço cultural

Spray Sobre Pele

A exposição é um projeto que faz referência direta ao graffiti e à streetart, vertente artística que se reflete em toda uma cultura, atitude e estética. Tinta na pele é algo comum ao povo que pinta painéis e artistas das ruas, que se jogam nas paredes para colorir a cidade, defendendo de forma colorida e bem-humorada os espaços de voz e atitude, e que agora (nem tão agora) também ocupam espaços como museus, galerias e demais espaços de arte.
Horário – Das 9h às 12h e das 14h às 17h
Em cartaz até 20 de junho
Local – Museu Murilo La Grecca
Endereço – Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti – Paranamirim- Recife
Ingressos – Entrada gratuita
Contato – (81) 3355.3127 366

espaço cultural

Elogio da loucura – Tributo a Rotterdam

A exposição reúne 40 quadros de Jairo, feitos desde o ano passado. Há trabalhos inéditos, todos eles pintados com acrílica em cima de tela sobre Duratex. As obras são carregadas em cores fortes, primárias, com figuras humanas e animalescas.
Em cartaz até 20 de junho
Local – MAC
Endereço – Rua do Amparo, 157 – Varadouro- Olinda
Ingressos – Entrada gratuita
Contato – 3184.3153

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manifestações no Brasil : uma oportunidade para ensinar política e cidadania para crianças

vila

Nos últimos dias o Brasil foi tomado por uma onda  de manifestações contra o aumento da passagem que serviu de estopim para    a cobrança de outras reivindicações pedentes no país como a corrupção e a falta de investimentos na saúde,educação…  semelhante ao que vem ocorrendo em outros países ( primavera árabe,ocuppy wall street , ocuppy gezy na turquia) o Brasil sai as ruas. mas o que você deve estar se perguntando o que as crianças tem a ver com isso ? eu lhe digo tudo ! não só pelo fato que elas poderão ter usofruto das conquistas dessas manifestações (é sempre bom lembrar que nada venho de mão beijada tudo foi fruto de muita luta)  mas o fato de aprenderem desde cedo o seu papel como cidadã. Em 2009 o escritor rubem Alves lançou um livro sobre esse assunto especialmente dedicado as crianças cujo disponibilizo logo abaixo e a íntegra nesse LINK :

 

”IMAGINO QUE AS crianças devam ficar muito confusas com as notícias da política. Resolvi, então, preparar um pequena cartilha que as ajudará a entender essa coisa misteriosa que é o centro da vida nacional e que, por vezes, quando convém aparece e quando não convém, desaparece… 1. Somos uma democracia. A democracia é o melhor sistema político. É o melhor porque nele, ao contrário das ditaduras, é o povo que toma as decisões;
2. Em Atenas, berço da democracia, era fácil consultar a vontade do povo. Os cidadãos se reuniam numa praça e tomavam as decisões pelo voto. Mas no Brasil são milhares de cidades, espalhadas por milhares de quilômetros e os cidadãos são milhões. Não podemos fazer uma democracia como a de Atenas. Esse problema foi resolvido de forma engenhosa: os cidadãos, milhões, escolhem por meio de votos uns poucos que irão representá-los. O Congresso é a nossa Atenas…;
3. Os representantes do povo, eleitos pelos votos dos cidadãos -vereadores, deputados, senadores, prefeitos, governadores, presidente-, são pessoas que abriram mão dos seus interesses e passaram a cuidar dos interesses do povo;
4. É assim que dizem as teorias. Na prática, não é bem assim…;
5. No Brasil, são muitos os partidos que, no frigir dos ovos, se reduzem a dois: o partido das raposas e o partido das galinhas;
6. As raposas, devotas de São Francisco, sabem que é dando que se recebe. Assim, movidas por esse ideal espiritual, elas dão milho para as galinhas…;
7. As galinhas acreditam nas boas intenções das raposas e tomam esse gesto de dar milho como expressão de amizade. A abundância do milho as faz confiar nas raposas. E, como expressão da sua confiança nascida do milho, elas elegem as raposas como suas representantes. Assim, na democracia brasileira, as raposas representam as galinhas;
8. Eleitas por voto democrático, às raposas é dado o direito de fazer as leis que regerão a vida das galinhas e das raposas…;
9. As leis que regem o comportamento das raposas não são as mesmas das galinhas. Sendo representantes do povo, precisam de proteção especial. Essa proteção tem o nome de “privilégios”, isto é, leis que se aplicam só a elas;
10. Privilégio é assim: raposa julga galinha. Mas galinha não julga raposa. Raposa julga raposa. Logo, raposa absolve raposa;
11. “Todos os cidadãos são livres e têm o direito de exercer a sua liberdade.” As galinhas são livres para serem vegetarianas e têm o direito de comer milho. As raposas são carnívoras e livres para comer galinhas;
12. A vontade das galinhas, ainda que de todas elas, não tem valia. Vontade de galinha solitária só serve para escolher suas representantes;
13. Permanece a sabedoria secular de Santo Agostinho, aqui em linguagem brasileira: “Tudo começa com uma quadrilha de tipos fora da lei, criminosos, ladrões, corruptos, doleiros, burladores do fisco, mafiosos, mentirosos, traficantes. Se essa quadrilha de criminosos se expande, aumenta em número, toma posse de lugares, de cargos, de ministérios, da presidência de empresas e fica poderosa ao ponto de dominar e intimidar os cidadãos -e estabelecendo suas leis sobre como repartir a corrupção-, ela deixa de ser chamada quadrilha e passa a ser chamada de Estado. Não por ter-se tornado justa, mas porque aos seus crimes se agregou a impunidade”.
14.Portanto, galinhas do Brasil! Acordai! Uni-vos contra as raposas! ”

Além disso , no site http://www.plenarinho.gov.br/ você encontra um dicionário de termos relacionados com política e cidadania para crianças, além de reportagens sobre eleições e outros temas, tudo na linguagem infantil! Emhttp://imagem.camara.gov.br/internet/midias/Plen/swf/revistaAnimada/projeto_eleitoral_mirim/revista.swfvocê encontra uma cartilha infantil com 38 páginas sobre eleições elaborada pela equipe do Portal Plenarinho, que está desenvolvendo um projeto piloto em cinco escolas brasileiras, o projeto Eleitor Mirim. Confira!
 No site http://picasaweb.google.com/sandygsoares/VOCSABIAELEIES# tem um gibi da Turma da Mônica com história e passatempos sobre eleições.

e para quem quer aproveitar a hora da leitura com as crianças para abordar esse assunto sugiro os seguintes livros;

       A praça é do povo Coleção O Futuro cidadão
Este livro traz explicações, de maneira clara e didática, sobre características do que é público e do que é privado. Pelas relações apresentadas no livro, as crianças podem entender sobre assuntos de grande importância para o seu futuro. São destacadas as atividades do cotidiano para melhor esclarecer as diferenças entre como lidar com o público e o privado.
Autor e ilustrador: Newton Foot
Assuntos: vida em sociedade, política.
Preço: R$ 19,90 24 páginas
Onde encontrar: www.escalaeducacional.com.br – 0800 772 2120

 

É o maior !

A bicharada está na maior campanha eleitoral que vai decidir quem É O MAIOR. Todos os candidatos têm o mesmo espaço para se apresentar e as mesmas chances de provar que merecem o seu voto. Nessa eleição, qualquer um pode ser o maior em alguma coisa: o maior comilão, o mais inteligente, o maior palhaço, o mais alto, o mais chato, o melhor amigo. Neste livro, o leitor vira eleitor e solta os bichos!
Autor e ilustrador: Guto Lins
Assuntos: pluralidade cultural, meio ambiente, diferenças.
Preço: R$ 22,90 32 páginas
Onde encontrar: www.larousse.com.br – 0800 772 2120

 

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Clube do filme : musicais clássicos

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Tem algo mais belo de transmitir uma estória ou emoção não falando mas cantando é essa a principal característica desse gênero chamado filmes musicais onde a narativa fílmica se desenvolve através da música. Quem nunca se pegou cantando ♫’ singing in the rain…’ ou ‘somewhere over the rainbow♫’… por aí vai clássicos que atravessam décadas e hoje é tema do nosso clube do filme que vai indicar 4  muicais clásicos    infantis que tal juntar a criançada e cantarolar juntos ?

1 Mágico de Oz -1939

Em Kansas vive Dorothy Gale (Judy Garland), uma aluna de 11 anos que vive na fazenda dos seus tios Henry (Charley Grapewin) e Em (Clara Blandick). Após o cão de Dorothy, Totó, “atacar’ a insuportável Srta. Gulch (Margaret Hamilton), que, irritada, vai até Henry e Em com uma ordem judicial que a autoriza pôr o Totó “para dormir”. Apesar dos apelos de Dorothy, os tios dela se sentem obrigados em cumprir a lei, então Gulch pega Totó e o coloca em uma cesta na bicicleta dela. Porém o cachorro foge e corre de volta para a fazenda. Temendo que Gulch volte para pegar Totó, Dorothy foge. Na estrada conhece o professor Marvel (Frank Morgan), um adivinho falso que deixa Dorothy fascinada com seus “dons”. Ele entende que Dorothy fugiu de casa, então sutilmente a persuade para voltar para casa. Porém, quando Dorothy e Totó voltam, surge um tornado enorme, que se move pelas planícies na direção da fazenda. Os colonos Zeke (Bert Lahr), Hickory (Jack Haley) e Hunk (Ray Bolger) correm com Em e Henry para um abrigo, fechando as portas antes de verem Dorothy, que não teve tempo de se proteger com eles. Dorothy corre para dentro da casa, quando uma tela de janela arrancada pelo vento voa através do quarto e bate na sua cabeça. Logo ela descobre que a casa da fazenda foi arrancada do chão pelo ciclone e está sendo levada para o centro do tornado. Olhando pela janela, vê voando com a força do vento os animais de fazenda, um homem remando um barco e até mesmo uma mulher idosa, que calmamente tricota na cadeira de balanço. Dorothy também vê Gulch pedalando sua bicicleta, mas de repente se transforma em uma bruxa horrorosa montando uma vassoura e usando um chapéu pontudo. A casa começa a descer, girando até o solo e aterrissando com um estrondo. Apreensiva, ela abre a porta da casa e seus olhos se deslumbram com um lugar maravilhoso. Dorothy tem certeza que não está mais no Kansas, principalmente quando, através de uma bolha colorida, surge Glinda (Billie Burke), a Bruxa do Norte, perguntando se Dorothy era uma bruxa boa ou má. O motivo da pergunta é que os munchkins, os pequenos habitantes daquele lugar, disseram a Glinda que uma bruxa derrubara uma casa sobre a Bruxa Má do Leste, matando-a e os libertando-os de suas maldades. A Bruxa do Leste foi esmagada e agora só se pode ver suas pernas, que usava mágicos sapatos de rubi. Porém uma nuvem de fumaça vermelha anuncia a chegada da Bruxa Má do Oeste, que é igual à Srta. Gulch, e ameaça Dorothy tentando arrebatar os sapatos de rubi, que permanecem nos pés da sua irmã morta. Entretanto a Bruxa do Oeste não tem nenhum real poder na terra dos munchkins e, antes que possa pôr as mãos nos sapatos mágicos, eles surgem nos pés de Dorothy, graças a uma magia de Glinda. A bruxa jura vingança diante de uma terrificada Dorothy, antes de desaparecer em outra nuvem de fumaça vermelha. Dorothy conta para Glinda que ela quer ir para sua casa no Kansas. Glinda não pode ajudá-la, só o grande e Todo-Poderoso Mágico de Oz (Frank Morgan). Glinda diz que ele tem este poder e Dorothy busca a ajuda dele na Cidade de Esmeraldas, onde ele reside. Glinda aponta para ela a Estrada de Tijolos Amarelos e lhe diz para seguir este caminho para chegar na Cidade de Esmeraldas. Antes de partir Glinde diz para ela nunca tirar os sapatos. No caminho conhece um espantalho (Ray Bolger) que quer ter um cérebro e, como visitará um mago, pode ser que ele arrume um cérebro para o espantalho, assim resolvem viajar juntos. Mais adiante encontram um homem de lata (Jack Haley), que anseia por um coração, então os três passam a viajar juntos. Logo depois se deparam com um leão covarde (Bert Lahr), que quer ter coragem, então o quarteto fica mais do que determinado em achar o mágico de Oz.

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2. A  noviça rebelde -1965

No final da década de 30, na Áustria, quando o pesadelo nazista estava prestes a se instaurar no país, uma noviça (Julie Andrews) que vive em um convento mas não consegue seguir as rígidas normas de conduta das religiosas, vai trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp (Christopher Plummer), que tem sete filhos, viúvo e os educa como se fizessem parte de um regimento. Sua chegada modifica drasticamente o padrão da família, trazendo alegria novamente ao lar da família Von Trapp e conquistando o carinho e o respeito das crianças. Mas ela termina se apaixonando pelo capitão, que está comprometido com uma rica baronesa.

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3. Mary Poppins 1964

Londres, 1910. Um banqueiro, George Banks (David Tomlinson), resolve redigir um anúncio pedindo uma babá, após Michael (Matthew Garber) e Jane (Karen Dotrice), seus filhos, mais uma vez sumirem e fazerem Katie Nanna (Elsa Lanchester), a babá, pedir demissão. Tentando controlar a situação Winifred (Glynis Johns), a mulher de George, faz tudo para acalmar o marido, mas sua cabeça está voltada para a defesa dos direitos da mulher. As crianças também escreveram um anúncio, que difere bastante da babá que George pensa em contratar, tanto que depois de lê-lo o rasga em oito pedaços e joga na lareira, por tê-lo achadofantasioso demais. Porém, os pedaços de papel milagrosamente voam juntos até uma nuvem próxima, onde está uma pessoa muito especial: Mary Poppins (Julie Andrews). No outro dia chegam muitas candidatas para o cargo de babá, mas um vento misterioso as carrega antes de serem entrevistadas. Chega então Mary Poppins, que desce das nuvens até a casa dos Banks, usando um guarda-chuva mágico como pára-quedas. Ela conhece Mr. Banks e concorda em ficar com o trabalho. Michael e Jane ficam fascinados com Mary Poppins, pois ela é exatamente a babá que sempre sonharam.

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Charlie Bucket (Peter Ostrum) é um menino pobre, que acha um dos cobiçados “bilhetes dourados” que dão direito a um carregamento vitalício de chocolates Wonka, além de poder conhecer a misteriosa fábrica de chocolates. Ele e mais quatro crianças passeiam pelo lugar, mas Willy Wonka (Gene Wilder), o dono da fábrica, não é um tio gente-boa e sim uma figura manipuladora. As crianças, ao mesmo tempo em que mergulham de cabeça nos seus desejos, pagam um preço por isso, pois pensando melhor a analogia mais perfeita não é com a Terra de Oz, mas com o Jardim do Éden: encantador, mas território da serpente.

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street art : A arte que dispensa galerias e museus

Arte de rua não precisa de tempo, espaço, movimento cultural nem tão pouco de reconhecimento para acontecer, ela só precisa da rua. E assim ela acontece, nos lugares menos esperados, nos guetos, nos lixões, debaixo de pontes, em paredes estragadas e em lugares abandonados.

Acontece e prova que a conspeção de arte é atemporal e social. E que ela à arte sobrevive por si só. Entretanto a Street Art, tem uma pegada mais despretensiosa, seu foco principal é falta de um foco, seu elemento é o dia-a-dia e a ironia e criatividade existente em cada um de nós, com este olhar ela retrata com bom humor o contexto social, politico, ambiental e surreal de nossa “insana” sociedade. Mostrando uma nova estampa, para lugares comuns e por vezes marginalizados pelo contexto urbano existente.

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O grande nome desse movimento é o inglês Bansky que  com seus estêncil   repleto de conteúdo político não  ganhou apenas as ruas londrinas mas  fama internacional

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Stêncil mais famoso de Bansky

 

No Brasil essa denominação de arte tem maior expressão na cidade de São Paulo onde é o maior destaque são as obras dos artistas denominado ‘gêmeos’  cujas obras deram uma nova cara para a cidade

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Aos poucos a street art vem ganhando as ruas do país e podemos conferir já alguns  tipos dessa intervenção nas ruas da cidade histórica de Olinda

street art em Olinda
street art em Olinda

 

Gostou ? confira a nossa galeria com algumas interversões artística inspirada no universo infantil:

 

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